Blog da AXS Energia
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A introdução e o desenvolvimento da energia elétrica transformaram praticamente todos os aspectos da vida moderna em sociedade. Desde a iluminação, a indústria, os transportes, até as comunicações e o conforto doméstico sofreram impactos com o surgimento da eletricidade. Foram avanços significativos, que ainda impulsionam a economia e melhoram a qualidade de vida em uma escala global. Uma revolução que não parou no tempo e continua, especialmente quando se trata do crescimento de fontes de energia renovável, como a energia solar, matriz que vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Em março de 2024, de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar), o país atingiu 40 gigawatts (GW) de potência instalada operacional proveniente da fonte solar fotovoltaica. Mas de que forma a energia chega até a casa de cada um? E como funciona o compartilhamento de energia solar, que permite o benefício da economia na conta e da sustentabilidade, sem a necessidade de investir na instalação de painéis fotovoltaicos? Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil Além da crescente fonte de energia solar para geração de energia, o Brasil conta com grande parte da sua energia elétrica gerada por usinas hidrelétricas, que transformam a força e o movimento da água em eletricidade. Há, ainda, as termelétricas, que usam calor e combustíveis fósseis no processo; além das eólicas, que fazem uso da força do vento. Após a produção, proveniente de qualquer uma das matrizes, a transmissão da energia acontece por meio de linhas de transmissão de alta tensão, que vão das usinas às subestações, onde acontece o ajuste da tensão elétrica, para que seja possível acontecer a distribuição para as unidades consumidoras - residências, indústrias e comércios. O processo é todo regulado e monitorado por agências governamentais, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para garantir a eficiência e a confiabilidade do fornecimento de energia em todo o país. Geração e uso da energia solar Hoje, a energia solar é superada apenas pela energia hidrelétrica no Brasil. A participação da energia solar na matriz elétrica brasileira subiu de 11,6% para 17% em apenas um ano, segundo a Absolar. A hidrelétrica detém 48,8% de participação. Há três anos, o percentual de participação das hidrelétricas era de 60%, contra apenas 1,7% da energia solar e 9,8% de eólica. Considerada uma das matrizes mais limpas na geração de energia e com um crescimento exponencial no país, a energia solar começou a ganhar mercado no país em 2012, graças a uma resolução normativa que regulamentou a geração distribuída. Leia também: O que é Geração Distribuída (GD) Com ela, tornou-se viável conectar um sistema de energia solar instalado em casa e gerar créditos a partir do excedente de energia gerada, resultando em economia na conta de energia elétrica. Pouco tempo mais tarde, surgiram novas modalidades na geração distribuída e, entre elas, a geração compartilhada, quando mais de um consumidor faz uso da energia gerada por meio de um consórcio ou cooperativa. O uso de energia por meio de cotas possibilita a adesão à energia solar sem a necessidade de investimentos em infraestrutura e equipamentos. Como funcionam as cotas de energia solar? O modelo de comercialização de energia solar por meio do sistema de cotas permite aos consumidores adquirirem uma parte da energia gerada por uma usina solar. Ou seja, sem a necessidade de fazer investimentos maiores ou obras para a instalação de painéis em sua propriedade. Isso traz mais praticidade e economia a quem quer aderir à matriz de energia renovável. Esse é o serviço oferecido pela AXS Energia, nos estados de Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, São Paulo e Goiás. A energia solar é gerada em suas usinas - instaladas em áreas com boa irradiação, e as cotas - parte da capacidade de geração das usinas - são adquiridas pelos consumidores residenciais e comerciais. Essa quantidade gerada é injetada na rede de distribuição de energia elétrica e o valor correspondente, abatido da conta da concessionária de energia elétrica que atende esse consumidor. Vantagens do sistema de cotas de energia solar A facilidade do acesso pode ser apontada como uma das principais vantagens da aquisição de cotas de energia solar. O contrato permite a adesão à energia limpa e renovável sem a instalação de equipamentos. Com isso, não há necessidade de investimento inicial. A redução de custos também acontece com descontos que podem chegar a cerca de 17% na fatura de energia, e é possível fazer a simulação dessa economia antes da aquisição das cotas no site da AXS Energia. Veja mais: IPTU Verde: com energia solar, pequenos negócios podem ter economia Usar a energia renovável contribui, ainda, para a redução da emissão de gás carbônico na atmosfera. O que ameniza, principalmente, os efeitos das mudanças climáticas, que causam o aumento da temperatura global e alterações nos regimes de chuvas e provocam enchentes ou longos períodos de estiagem. Quer aderir à energia solar com toda a facilidade? Acesse o site da AXS Energia e veja como.
De acordo com a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL), em setembro de 2024, o mercado livre de energia atingiu 51,3 mil unidades consumidoras, o que representa 42% da energia consumida no país. O resultado é um crescimento da ordem de 46% no mercado livre de energia (MLE). Os números são do boletim mensal da entidade, que ainda aponta uma economia de 46% no preço da energia paga por esses consumidores. Em razão dessa economia, também segundo a ABRACEEL, a indústria brasileira já compra 92% de toda a eletricidade que consome nesse mercado. No setor do comércio, esse número corresponde a 39%. Leia também: Mercado livre de energia amplia o acesso a fontes renováveis O mercado livre também incentiva o uso de energias renováveis, tornando-o, inclusive, mais sustentável: 64% da geração de energias renováveis é voltada para atender o mercado livre. Apenas no caso da energia solar, por exemplo, oferecida pela AXS Energia, o montante é de 82%. A empresa faz parte das que comercializam energia no mercado livre no Brasil. O que é e como funciona o mercado livre de energia O modelo de negócio do mercado livre de energia permite que os consumidores possam negociar energia elétrica diretamente com comercializadoras, sem a necessidade de vínculo com as distribuidoras de energia. Além da intermediação, o que favorece a concorrência, essas empresas contribuem ao analisar o mercado e as variáveis que podem afetar as tarifas. Para operar, no entanto, as comercializadoras precisam ser autorizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e ter registro na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Isso garante a confiabilidade necessária para o consumidor. Com essa regularização, a comercializadora negocia com as produtoras de energia e organiza a distribuição. Seu trabalho permite a redução de custos finais aos clientes. Desde janeiro deste ano, todos os consumidores de alta tensão podem optar pelo mercado livre de energia. Até recentemente, esse mercado era acessível apenas para grandes consumidores de energia (empresas com alta demanda, como indústrias e grandes comércios). Principais diferenças do mercado cativo De forma geral, a diferença entre esses dois ambientes está no tipo de negociação envolvida no contrato. No mercado cativo, os clientes são obrigados a contratar energia elétrica diretamente das concessionárias da região e seguir os valores estabelecidos por ela. Já no mercado livre, o contrato é bilateral, ou seja, os montantes, preços e os prazos são negociados diretamente entre o gerador e o comprador. Quando se trata das fontes de energia, quem opta pelo mercado livre tem a liberdade de escolher a fonte de energia, o que favorece as energias renováveis, como solar, eólica e biomassa. Vantagens para a economia no mercado livre As comercializadoras de energia não assumem apenas um papel de negociadores, mas elas também atuam como guias estratégicos. Isso porque elas orientam os consumidores a respeito das decisões de compra de energia. O MLE traz diversas vantagens às empresas, afirma o head de Operações da TCCom, André Oliveira Pinto. “A primeira é a liberdade de escolha entre fornecedores, além de flexibilidade e sazonalidade nos contratos, com maior transparência nas negociações e valores”, diz. As companhias conseguem, desta forma, melhorar o monitoramento e otimizar processos, além de não serem mais impactadas pelas bandeiras tarifárias. A TCCom é responsável por comercializar energia elétrica do Grupo Roca, empresa parceira da AXS no mercado de fontes renováveis. Mercado livre como alternativa sustentável Outro aspecto positivo do crescimento do MLE no Brasil é a possibilidade de escolha pelas organizações por fontes renováveis, lembra André. Enquanto no modelo cativo as companhias deixam essa decisão para as distribuidoras, o MLE permite a opção de práticas mais sustentáveis no setor energético. “O MLE, inclusive, incentiva o uso de energia renovável por meio de descontos na tarifa de distribuição. Além disso, as empresas que utilizam apenas energia renovável podem obter certificações importantes, como o Certificado Internacional de Energia Renovável”, finaliza o head de Operações da TCCom. Isso é importante, em especial, quando a sociedade atual vive com a necessidade de redução de emissão de gases do efeito estufa para conter os efeitos nocivos das mudanças climáticas. Regimes de chuva desequilibrados, a consequência mais sentida pelos consumidores brasileiros, são também os principais responsáveis pelas secas extremas, que forçam o uso de fontes de energia poluentes. O acionamento das usinas termelétricas, principais alternativas atuais às hidrelétricas, gera um círculo vicioso de altas tarifárias (bandeiras vermelhas), emissão de gases, novos problemas de secas e mais necessidade de acionamento dessas usinas. E você, já conhece todas as vantagens do mercado livre de energia? Que tal conversar com a AXS Energia hoje?
Um dia é pouco para celebrar a existência das abelhas, insetos pequenos, mas de grande importância para a biodiversidade e o futuro da alimentação no planeta. Para marcar o Dia Nacional das Abelhas, comemorado em 3 de outubro, a AXS Energia anuncia a ampliação do projeto "Abelhas: Um Ambiente Amigável" para outras usinas solares da empresa. Veja também: Desenvolvimento Sustentável: energia limpa e menos impacto ambiental com ajuda das abelhas Atualmente, a Unidade Fotovoltaica (UFV) Paulo Valias, localizada em São Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais, é a unidade-piloto do projeto e abriga apiários em suas instalações. Duas novas usinas, em Três Pontas e Três Corações, também em Minas Gerais, receberão colmeias em breve. Segundo o fundador da Integrapis, Jean Samel Rocha, empresa parceira da AXS no desenvolvimento do projeto, a previsão é que mais 30 usinas recebam colmeias no futuro. Os benefícios socioambientais são sentidos por toda a comunidade do entorno das unidades com colmeias. Como nasceu o projeto A parceria entre a AXS Energia e a Integrapis começou durante a implantação do projeto na UFV Paulo Valias. Na ocasião, durante visitas técnicas, foram encontradas colmeias de abelhas jataí - nativas brasileiras sem ferrão nas tubulações dos painéis - e de apis mellifera - as africanas, mais difundidas - nas caixas de passagem. As abelhas jataí não fazem parte do projeto, mas foram mantidas no local. Já a colmeia de abelhas apis mellifera teve seus indivíduos transferidos para os apiários, onde suas colônias, que podem reunir até 100 mil abelhas, passaram a integrar o programa de polinização e produção de alimentos. O projeto visa a instalação de colmeias em usinas solares, além da manutenção de plantas melíferas que favorecem a atividade de polinização. Esse trabalho tem impacto direto na preservação das abelhas e na polinização de 80% dos alimentos consumidos pelos humanos. Impactos ambientais e comunitários Além dos benefícios ecológicos, o projeto também gera impacto social e se destaca pela capacitação de apicultores pela Integrapis, muitos dos quais começaram sem experiência e hoje estão profissionalizados. Segundo o fundador da Integrapis, o apicultor é inserido como sócio da produção, recebendo 50% dos lucros sem precisar investir, além de um apoio financeiro enquanto as colmeias não produzem. Cerca de 50 quilos de mel por mês são obtidos das colmeias já instaladas. A usina também foi adaptada para garantir o bem-estar das abelhas. Os módulos fotovoltaicos são anti-reflexo, as colmeias recebem cobertura laminada para manter o conforto térmico, e foram plantadas plantas forrageiras para garantir alimento próximo. Todo o comportamento das abelhas é monitorado 24 horas por câmeras, e a equipe foi treinada para intervir em caso de problemas. Sustentabilidade e inovação Jean, que é apicultor desde criança, tem uma vasta experiência com o manejo de abelhas e na criação de projetos sustentáveis. Ele e seu sócio fundaram a Integrapis com o objetivo de integrar as abelhas às práticas agrícolas e energéticas de forma sustentável. Além disso, os impactos do projeto vão além dos limites das usinas. As abelhas polinizam até três quilômetros ao redor da sua área, beneficiando plantações de café, frutas e legumes na região em que elas estão inseridas. A polinização favorece o aumento da produtividade agrícola e da diversidade genética das plantas. Um exemplo é o aumento de 17% na produção de soja, base da produção de diversos alimentos e da ração de animais no país, com a presença de abelhas. Esses insetos ainda ajudam a garantir a diversidade genética das plantas, o que é crucial para a saúde dos ecossistemas e para a segurança alimentar a longo prazo. O projeto, pioneiro no Brasil, abrange pilares da sustentabilidade ao atender aos aspectos sociais, econômicos e ambientais, capacitando apicultores, gerando recursos e promovendo o equilíbrio entre a produção energética e a preservação ambiental. De acordo com o fundador da Integrapis, a integração de abelhas nas usinas fotovoltaicas atende aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Enquanto as queimadas castigam diversas regiões do Brasil, como a Floresta Amazônica e o Pantanal, alguns países da Europa, como a Itália e a Polônia, sofrem com graves enchentes. Há pouco tempo, essa também era a situação de cidades aqui no Rio Grande do Sul. O alerta climático é mundial e é fato. O que torna mais do que urgentes as ações de mitigação dos seus efeitos e proteção contra as suas consequências. Tanto por parte das autoridades quanto por parte das pessoas, individualmente, em suas casas. Fumaça por todo o país A AXS Energia está presente, com as suas usinas solares, nas principais regiões atingidas pela fumaça das queimadas. De acordo com as informações da Agência Brasil, o país vive um panorama grave de queimadas e incêndios florestais. De janeiro a agosto, os incêndios atingiram 11,39 milhões de hectares, segundo dados do Monitor do Fogo Mapbiomas, divulgados no último dia 12 de setembro. O levantamento revela que 5,65 milhões de hectares – área equivalente ao estado da Paraíba – foram consumidos pelo fogo apenas no mês de agosto, o que equivale a 49% do total do ano. Em função disso, a fumaça pode ser percebida em diversas regiões do país, com algum alívio em estados atingidos por uma frente fria que ocasionou chuvas e melhorou, levemente, a qualidade do ar. Os incêndios e as mudanças climáticas Ainda que haja ação humana sob investigação da Polícia Federal como causa das queimadas, a situação se agrava com a seca extrema que atinge o país e que é consequência direta das mudanças climáticas. O atual período de seca é o mais intenso da história do Brasil, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Até o início de setembro, cerca de 200 municípios continuavam em condição de seca extrema, com destaque para São Paulo (82 municípios), Minas Gerais (52), Goiás (12), Mato Grosso do Sul (8) e Mato Grosso (24). A alteração no regime de chuvas está ligada à emissão de gases do efeito estufa, proveniente de atividades como o uso de combustíveis fósseis na geração de energia, por exemplo. O que levanta, ainda mais, a necessidade de buscar fontes renováveis como a energia fotovoltaica. Energia solar como solução O uso da energia solar está entre as principais ações que podem ser tomadas para reduzir os efeitos das mudanças climáticas. E, para isso, não é preciso investir em obras ou equipamentos para a instalação de painéis em casa. Já é possível aderir ao uso da energia solar com a aquisição de cotas. O serviço oferecido pela AXS Energia, a energia solar compartilhada nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Mato Grosso, é uma forma de democratizar e difundir o uso de energia limpa no Brasil. Leia também: Disrupção tecnológica leva a sociedade a padrões mais sustentáveis Desenvolvimento Sustentável: energia limpa e menos impacto ambiental com ajuda das abelhas. A empresa também faz a sua parte da porta para dentro, com programas de separação e reciclagem de resíduos e com o projeto “Abelhas: um ambiente amigável” na Unidade Fotovoltaica (UFV) Paulo Valias, em São Gonçalo do Sapucaí (MG). Outras ações individuais possíveis As pessoas podem, ainda, adotar várias práticas em casa para ajudar a prevenir uma piora da crise climática. Economizar recursos como a energia e a água, usar menos embalagens e reduzir o desperdício de alimentos também podem contribuir com a redução dos resíduos gerados e com gases liberados em aterros sanitários e no transporte. Com poucas mudanças na rotina é possível contribuir para a redução da emissão de gases de efeito estufa e o aprimorar uso sustentável de recursos: Usar a energia racionalmente; Economizar água; Reduzir o uso de embalagens; Separar e reciclar resíduos; Fazer compostagem de resíduos orgânicos; Comprar produtos sazonais do comércio local; Priorizar a bicicleta, as caminhadas e o transporte coletivo. Medidas de mitigação De acordo com os cientistas, as enchentes, secas e queimadas devem ser o chamado “novo normal”, com o aquecimento gradual do planeta. Por isso, é importante, além de tentar minimizar os problemas, aprender a lidar com as consequências, como a baixa umidade e a péssima qualidade do ar nas cidades afetadas. A exposição prolongada às partículas de poluentes presentes na atmosfera com a fumaça pode causar ou agravar problemas respiratórios, cardiovasculares e o bem-estar geral. Os especialistas recomendam o uso de máscaras com maior poder filtrante, como a N95 e a PFF2 em casos mais extremos ou pessoas mais sensíveis ou com problemas prévios. Como a fumaça também pode ressecar as vias aéreas e os olhos, é preciso beber bastante água, usar soro fisiológico e evitar atividades físicas ao ar livre. Bem como saídas desnecessárias em horários mais críticos de poluição. Nos ambientes internos, o ideal é usar panos úmidos para a limpeza, ao invés de vassouras, e evitar deixar as janelas abertas. Umidificadores e purificadores de ar ou o uso de toalhas úmidas nos ambientes podem ser bons aliados para aliviar os incômodos causados pelo ar mais seco.
O verdadeiro conceito de sustentabilidade nos negócios envolve, também, o respeito e o bom atendimento ao cliente. Por isso, tão importante quanto manter serviços de excelência para levar a energia solar para a casa de milhares de brasileiros - e contribuir para a redução da emissão de gases do efeito estufa -, é garantir que essas pessoas tenham o suporte necessário. Isso sem falar nos benefícios. A experiência do cliente é, de fato, importante. E pode fazer a diferença quando o assunto é a compra de um produto ou a contratação de um serviço. De acordo com a pesquisa CX Trends 2023, realizada pela Opinion Box, em parceria com a Octadesk, 65% das pessoas entrevistadas já desistiram de comprar de uma empresa após uma experiência ruim. E 52% deixam de consumir uma marca se algum amigo ou conhecido tem uma experiência negativa. Isso tudo é levado a sério aqui na AXS Energia, tanto que a empresa está entre as indicadas ao Prêmio Reclame Aqui 2024, que reconhece boas práticas no atendimento ao cliente há 13 edições. O site que promove a premiação é conhecido por oferecer espaço e promover o diálogo entre consumidores e empresas. Leia também - AXS alia vantagens e sustentabilidade em clube de descontos exclusivo Mas quais são as ações que podem ter levado à indicação? Valorizar cada interação Para Rafael Fornari Muller, gerente de Experiência do Cliente e Inteligência de Vendas da AXS Energia, o fator crucial para a indicação ao Prêmio Reclame Aqui foi a dedicação em atender os clientes com empatia e atenção. “Valorizamos cada interação, nos colocando no lugar do cliente para entender as suas necessidades e preocupações”, diz. Esse compromisso, reforça, aliado a um atendimento ágil e soluções eficazes, constrói uma relação de confiança que se reflete na satisfação e fidelidade dos clientes. Além disso, há uma busca constante por melhorias e a transparência na comunicação, o que reforça a reputação como uma empresa comprometida com a excelência no atendimento. Ajustes e melhorias constantes A comunicação permite que a AXS promova ajustes e melhorias constantes nesse processo de atendimento - e na prestação dos serviços. O setor de atendimento ao cliente colabora de forma contínua com outras áreas da empresa, compartilhando esses insights e feedbacks recebidos diretamente dos clientes. Uma troca que acontece, segundo Muller, em reuniões semanais com as lideranças das áreas, com foco na experiência do cliente. Essa abordagem garante que ajustes e melhorias sejam feitos e repercute em toda a empresa, engajando todos em uma cultura de foco no cliente. Treinamentos contínuos e padronização Para que esse engajamento seja viável, é preciso ter consistência e qualidade de atendimento. O que se garante com treinamentos contínuos e padronização de processos. Além do uso da tecnologia como aliada no monitoramento e avaliação do atendimento ao cliente em todos os canais que a AXS Energia utiliza para se comunicar com o consumidor. Os atendentes passam por avaliações regulares e recebem feedback constante para garantir que as melhores práticas sejam seguidas. Ferramentas de CRM também colaboram para manter o histórico de interações, o que nos permite oferecer um atendimento personalizado e eficiente. Serviços e suporte aos clientes Entre os serviços oferecidos para garantir a melhor experiência, comenta Muller, está o trabalho de orientação e onboarding (integração) para os novos clientes. Assim, é possível ajudá-los a entender e aproveitar melhor os serviços de geração de energia limpa. “Além disso, disponibilizamos atendimento especializado para esclarecer dúvidas sobre faturas, consumo de energia e benefícios, bem como suporte técnico para resolver qualquer problema de forma ágil”, conta o gerente de Experiência do Cliente. “Nosso objetivo é estar ao lado do cliente em todas as etapas, desde a contratação até o uso contínuo de nossos serviços, sempre promovendo uma comunicação clara e eficaz”, completa. Para completar os serviços, existe ainda o recém-lançado Clube AXS, que por meio de um aplicativo para os sistemas iOS (Apple) e Android, oferece vantagens em empresas sustentáveis parceiras. Mensuração de resultados A indicação ao Prêmio Reclame Aqui é um bom termômetro para as ações de relacionamento com o cliente. Mas ainda são utilizados outros parâmetros para medir a satisfação de quem usa os serviços e interage com a empresa. Entre eles, estão a taxa de satisfação (CSAT) após cada atendimento, o tempo de resposta em cada canal, e o Net Promoter Score (NPS), que avalia a lealdade dos clientes. “Damos uma atenção especial ao monitoramento do Reclame Aqui, onde acompanhamos cuidadosamente o feedback dos clientes e utilizamos essas informações para aprimorar continuamente nossos serviços. A nossa reputação positiva no Reclame Aqui é um reflexo direto do compromisso que temos em oferecer um atendimento de excelência”, acredita Muller. Ajude a AXS Energia a conquistar o Prêmio Reclame Aqui! Clique aqui para votar agora e faça parte dessa conquista. É só clicar aqui e votar!
A adoção de práticas sustentáveis, cada vez mais necessárias em todos os níveis da sociedade, vai além dos efeitos benéficos ao meio ambiente. Atitudes como a captação de água da chuva e a preservação de áreas permeáveis nas construções, por exemplo, podem garantir, em algumas cidades do país, economia, com o desconto no Imposto Predial Territorial Urbano, o IPTU. O benefício, chamado de IPTU Verde, também pode ser aplicado a quem opta pelo uso de matrizes energéticas renováveis, como a energia solar. O que é uma excelente notícia, em especial, para pequenos negócios. Com a economia gerada, não apenas na conta de energia, mas também nos tributos, os empresários podem investir em melhorias para o empreendimento. O IPTU Verde está presente em cidades atendidas pela AXS Energia, como é o caso de Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG) e Cuiabá (MT). O que é o IPTU Verde? O IPTU Verde é um programa de incentivo fiscal que oferece descontos no tributo pago às administrações municipais para proprietários de imóveis que adotem alguns tipos de práticas sustentáveis. A ideia central é incentivar nos cidadãos e nas empresas a adoção de medidas que reduzam o impacto ambiental, promovendo a sustentabilidade urbana. As formas de adesão e os descontos variam de cidade para cidade, mas o abatimento pode chegar a uma média de 20% do valor do imposto. O percentual exato depende das práticas sustentáveis adotadas e das regulamentações específicas de cada município. Entre as práticas que podem ajudar nesse abatimento está a adoção de energias renováveis em casa ou nos estabelecimentos comerciais. As primeiras cidades brasileiras a conceder o desconto no imposto municipal foram Colatina (ES) e Porto Alegre (RS).Além do uso de energias renováveis, podem ser concedidos descontos para instalação de sistemas de coleta e reuso de água da chuva; uso de materiais sustentáveis ou técnicas que melhorem a eficiência ambiental nas construções; da gestão de resíduos e reciclagem; e do plantio de árvores e manutenção de áreas verdes permeáveis. Leia também: Transição energética sustentável é urgente e há incentivo para modelos mais limpos no país. Saiba quais são Passo a passo para a adesão ao IPTU Verde Para pequenos empresários interessados em aderir ao IPTU Verde, é fundamental conhecer o processo específico da sua cidade. Geralmente, isso envolve: Verificar as práticas sustentáveis já adotadas ou que podem ser implementadas. Coletar documentação comprobatória, como notas fiscais de instalação de painéis solares. Solicitar junto à prefeitura ou órgão responsável pelo IPTU. Aguardar inspeção e aprovação do pedido pelos órgãos municipais competentes, que podem ser a Secretaria de Finanças ou Fazenda, ou ainda, do Meio Ambiente. Energia solar como alternativa de economia Fontes renováveis de energia estão entre as iniciativas que podem gerar o abatimento no IPTU dos municípios. A energia solar, que teve recorde de expansão no Brasil no ano passado, de acordo com o Ministério de Minas e Energia, é uma das melhores opções. E a sua adoção pode dispensar, por exemplo, a necessidade de instalação de painéis fotovoltaicos. O que já representa economia em investimentos e obras de modificação de infraestrutura dos imóveis. Isso porque em serviços como o da AXS Energia, por exemplo, o consumidor faz a contratação de cotas de energia solar, que são produzidas nas usinas solares da empresa. A contratação acontece após análise de consumo do cliente interessado para que sejam definidas as quantidades de cotas. A partir de então, a energia solar gerada pelas usinas da companhia é injetada na rede elétrica. A distribuidora local de energia elétrica mede essa energia e compensa a conta de luz do cliente com créditos de energia solar, o que gera economia na fatura. Cidades que oferecem desconto com a adoção de energia solar Algumas legislações referentes ao IPTU Verde são um pouco mais antigas, mas cidades que tiveram o benefício instaurado mais recentemente já prevêem o desconto pelo uso da energia solar. Entre as cidades abrangidas pelo serviço da AXS Energia que concedem o abatimento está Belo Horizonte, em Minas Gerais, que tem o programa desde 2017 e concede pontuação para desconto na aquisição de energia de fazendas solares com créditos que atendam a partir de 91% do consumo de energia elétrica. Assim como a cidade de Cuiabá, no Mato Grosso, que concede até 25% de desconto para imóveis residenciais, comerciais, industriais e condomínios horizontais que adotarem medidas de conservação dos recursos naturais. Além do IPTU verde: outros benefícios da energia solar Além da economia direta nos tributos e na conta de energia, a adoção de práticas sustentáveis ainda pode trazer outros benefícios para pequenos empreendedores. Entre eles, estão a melhoria da imagem da empresa junto aos clientes e comunidade do entorno; a redução da emissão de gases do efeito estufa, colaborando para a sustentabilidade; e pode, ainda, a aquisição de outros tipos de crédito verde e incentivos fiscais por parte do poder público.
Viver um dia a dia mais sustentável não é mais apenas uma opção. Basta ler algumas notícias para se deparar com uma série de eventos climáticos extremos - o calor intenso no verão do hemisfério norte, as ondas de calor em pleno inverno no hemisfério sul e as chuvas que ainda castigam o Sul do Brasil. As atitudes necessárias para reduzir o impacto das mudanças climáticas incluem o uso de meios de transporte que não emitam gases do efeito estufa, como o transporte coletivo eletrificado, veículos individuais elétricos e bicicletas, além da busca pelo uso de energias renováveis, como é o caso da energia solar. Veja também - Comunidades sustentáveis: como fazer a diferença frente às mudanças climáticas Agora, contratar um serviço de energia solar por cotas, além de não depender da aquisição e de obras para a instalação de equipamentos, rende benefícios. Pode até parecer bom demais para ser verdade, mas essa é a ideia do Clube AXS, o recém-lançado programa de benefícios da AXS Energia, que promete descontos e experiências exclusivas para os clientes da companhia. Na modalidade oferecida pelo serviço da empresa, a energia gerada pela cota adquirida pelo cliente é convertida em créditos que serão abatidos na conta de luz, proporcionando uma energia mais sustentável e econômica, com desconto de até 10%. Hoje, a marca atende os estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e Goiás. Como funciona o Clube AXS? O Clube AXS é um programa de benefícios sustentável que conecta os clientes da AXS a marcas comprovadamente comprometidas com iniciativas de sustentabilidade. A ideia é apoiar e promover um estilo de vida cada vez mais saudável - para o cliente e para o meio ambiente. O acesso funciona por meio de um aplicativo para smartphones, que pode ser baixado para sistemas Android e iOS. Na plataforma, o consumidor consegue visualizar suas faturas, seus dados de consumo de energia e a economia gerada com o uso da energia solar. Na aba de benefícios dos parceiros existem diversas categorias disponíveis, que vão desde saúde e beleza, esportes e artigos esportivos até moda, educação e casa, além de produtos para o mercado pet e outros. O aplicativo também traz todas as funcionalidades do clube e é possível, ainda, indicar novos clientes e ganhar descontos com a AXS. Consumo consciente é tendência O lançamento do Clube AXS vem em um momento em que volta a crescer o número de consumidores em busca de empresas que tenham práticas sustentáveis no mercado. É o que aponta a quinta edição da pesquisa "Sustentar para ganhar: desvendando práticas ecológicas para alcançar o crescimento de marca", desenvolvida pela Kantar. O estudo, que ouviu 120 mil pessoas, sendo 15 mil na América Latina e 3,5 mil no Brasil, chegou à conclusão de que, após dois anos em queda, os consumidores eco-actives - chamados assim por serem super engajados com a sustentabilidade - representaram 18% da população da América Latina e 22% globalmente em 2023. A redução foi verificada nos anos de 2021 e 2022 no relatório Who Cares? Who Does? (Quem se importa? Quem faz?, na tradução para o português), resultado de pesquisa realizada em 35 mercados sobre painéis de compra e uso doméstico. Entre os consumidores latino-americanos, 50% procuram ativamente empresas que ofereçam formas de compensar seu impacto no meio ambiente e na diversidade, e 44% deixaram de comprar produtos devido ao seu efeito na natureza. Parcerias ajudam a superar barreiras Embora tenha sido registrado um novo incremento dos consumidores que buscam produtos e empresas sustentáveis, a pesquisa da Kantar também traz informações sobre algumas barreiras que podem impedir a adoção de um estilo de vida mais sustentável. Os preços dos produtos, em geral mais elevados, estão entre as ressalvas de 70% dos super engajados, os eco-actives. A dificuldade de encontrar os itens e falta de informação também são apontados por alguns dos consumidores que responderam aos questionários. Se até mesmo os grupos mais comprometidos com a sustentabilidade encontram dificuldades, o desafio da indústria é ainda maior entre os demais consumidores, que podem não ter tanta consciência em relação ao meio ambiente. O estudo indica que varejistas e fabricantes devem ser protagonistas e liderar o caminho para os consumidores. Por isso, é tão importante pensar em parcerias para tornar os produtos e serviços e as informações sobre sustentabilidade mais acessíveis. O Clube AXS segue essa tendência. Ao agrupar fornecedores que trazem propostas de produtos ambientalmente responsáveis, o acesso dos consumidores a essas empresas é facilitado. Já os descontos e vantagens cumprem o papel de fazer com que o custo para que essa escolha seja mais responsável pese menos no orçamento do consumidor. Faça parte desse movimento, acesse o app AXS Energia.
Romper barreiras e inovar é mais do que necessário em um cenário como o de hoje, com mudanças climáticas que causam eventos extremos, como secas e enchentes, e guerras em diversas partes do mundo. A boa notícia é que também há empenho por parte da sociedade na busca de soluções para esses problemas. E essa transformação acontece por meio da disrupção tecnológica. Entre os exemplos de inovação mais significativos, principalmente quando se tratam de iniciativas sustentáveis para o planeta, estão as soluções em energia renovável. A energia elétrica é fundamental para as atividades humanas - assim como é essencial buscar formas de geração que não impactem ainda mais o planeta. Mas isso já é uma realidade. No ano passado, o Brasil bateu o recorde em produção de energia renovável, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com as matrizes limpas chegando a 93,1% de toda a energia produzida no país. E isso se deve a iniciativas que facilitam a adesão das pessoas a esses modelos, como a da AXS Energia, por exemplo. O sistema de contratação de energia solar por meio de cotas dispensa o consumidor do investimento em equipamentos e da realização de obras para instalação de painéis solares. A energia solar compartilhada é uma forma de democratizar e difundir o uso de energia limpa no Brasil. Mas o que é disrupção tecnológica? Esse conceito é ligado a qualquer produto ou serviço que promova inovação, ou seja, que substitua a forma comum de se fazer algo por uma forma mais eficiente e ágil e que traga benefícios e mudanças reais e positivas para as pessoas. Entre os exemplos de tecnologias disruptivas, talvez o mais famoso (e polêmico) seja o da Inteligência Artificial (IA), que possibilita a máquinas o aprendizado por meio do cruzamento de informações de banco de dados e da interação com os seres humanos. A IA tem uma ampla gama de aplicações em vários setores. São eles, a implantação de assistentes virtuais e chatbots para atendimento; sistemas de vigilância e reconhecimento facial; tradução; automação, análise de mercado e detecção de fraudes. Outras inovações importantes incluem a realidade virtual, a computação e o armazenamento de dados em nuvem, com total segurança de informação. As inovações tecnológicas e a sustentabilidade Na área da sustentabilidade, a disrupção torna-se ainda mais importante e relevante, já que ajuda a enfrentar os desafios ambientais atuais e garantir um futuro saudável para nosso planeta. Ela permeia diversas áreas, como a agricultura, a gestão de resíduos, o monitoramento da fauna silvestre e, é claro, a geração de energia limpa e a eficiência energética. Com a IA, por exemplo, é possível prever condições climáticas e prevenir perdas na agricultura com cheias e secas cada vez mais frequentes em função do aquecimento global. A ferramenta também pode auxiliar no monitoramento de espécies, o que ajuda na manutenção de ecossistemas e do equilíbrio ambiental. Como o setor energético é impactado pela disrupção? As fontes renováveis são cruciais para reduzir nossa dependência de combustíveis fósseis e, por consequência, ajudar no combate às mudanças climáticas. Com a disrupção tecnológica, elas ganham ainda mais eficiência e facilidade de disseminação dentro da sociedade. Por meio da IA, por exemplo, redes elétricas (Smart Grids) conseguem equilibrar oferta e demanda de energia, otimizando o uso das fontes renováveis. Os algoritmos conseguem prever o consumo de energia, ajudando a reduzir o desperdício e as emissões de carbono na atmosfera. E, também com o auxílio da IA, veículos elétricos individuais têm melhoria de eficiência para reduzir emissões. Disrupção na energia solar: geração compartilhada A energia solar, em particular, tem se destacado por sua eficiência e benefícios ambientais e pode ser considerada, por si só, uma disrupção. A tecnologia fotovoltaica converte luz solar em eletricidade, oferecendo uma fonte limpa e inesgotável de energia. Com o avanço das pesquisas e das inovações no mercado, hoje é ainda mais fácil aderir a esse sistema. O serviço de comercialização de cotas de energia solar como o da AXS Energia, por exemplo, permite que o consumidor possa fazer uso da fonte renovável sem a instalação de equipamentos. A energia gerada pela cota adquirida pelo consumidor é convertida em créditos que serão abatidos na conta de luz, proporcionando assim uma energia mais sustentável e econômica, com desconto de até 10% no valor final. Hoje, a empresa atende os estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e Goiás, com as suas fazendas de geração de energia solar. A possibilidade de fazer uso da energia solar sem que seja necessária a aquisição de equipamentos é uma evolução importante para o setor. Principalmente, porque ainda há certa dependência de equipamentos solares produzidos em países como a China e a aquisição - em especial em quantidades menores - sofre muito com flutuações cambiais. A geração compartilhada, portanto, além de trazer uma grande inovação, representa vantagens para o consumidor.