Blog da AXS Energia
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Modelo de energia limpa tem crescido no país incrementado pela disponibilização de cotas, que democratizam acesso ao dispensar grandes investimentos A energia solar nunca cresceu tanto no Brasil. De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em janeiro deste ano, a geração de energia fotovoltaica avançou 32,9% em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando-se como peça-chave na transição energética do país. O modelo de cotas e a descentralização impulsionam essa expansão, tornando a energia limpa mais acessível e econômica. Para o CEO da AXS Energia, Rodolfo de Souza Pinto, isso prova que a energia solar não é apenas uma tendência, mas uma necessidade. "Estamos falando de uma fonte limpa, renovável e acessível, que permite às empresas e famílias reduzirem custos e tornarem-se protagonistas na transição energética. O crescimento da matriz solar no Brasil comprova que o futuro da energia é descentralizado e sustentável", avalia. Brasil visto como estratégico No Brasil para tratar de estratégias de cooperação para a transição energética global, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, sigla em inglês), Francesco La Camera, destaca que o país tem um papel fundamental para que o planeta alcance o objetivo de dobrar a eficiência energética e triplicar a capacidade de fontes renováveis, como solar, eólica e hídrica. "No ano passado, o Brasil demonstrou a capacidade de impulsionar o setor com um acréscimo de mais de nove gigawatts de energias renováveis em sua matriz", afirma. Em 2024, a energia solar atingiu uma marca histórica, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). O Brasil chegou a 52 GW de capacidade instalada, um aumento de 40% em relação a 2023. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a expansão na matriz elétrica foi de 10,9 GW, o maior crescimento desde 1997. O avanço veio acompanhado de um recorde na instalação de usinas. Do total de 301 novas plantas, a maior parte é de fontes renováveis, com destaque para a energia solar, que representa 51,87% (147 usinas). Desde o início da expansão da fonte no país, o setor fotovoltaico movimentou mais de R$ 238,3 bilhões em investimentos, gerou 1,5 milhão de empregos ‘verdes’ e contribuiu com R$ 73,8 bilhões em arrecadação tributária. Além disso, ajudou a evitar a emissão de 63 milhões de toneladas de CO₂, segundo a Absolar. Crescimento impulsionado por modelos inovadores A expansão da energia solar no Brasil está diretamente ligada a modelos inovadores, como o acesso à energia por meio de cotas, que democratiza o consumo dessa fonte renovável. Essa abordagem permite que empresas e consumidores sem espaço ou recursos para instalar painéis próprios possam se beneficiar da energia solar de forma prática e econômica. Além da ampliação do acesso, o modelo também gera economia na conta de luz. "Disponibilizar a energia solar por cotas democratiza o acesso à eletricidade renovável. Ele permite que mais consumidores se beneficiem da economia na conta de luz e contribuam para um sistema energético mais eficiente e sustentável. É uma solução inovadora que alia economia e responsabilidade ambiental", reforça o CEO da AXS Energia. Atualmente, a AXS Energia conta com 50 usinas conectadas, somando 120,5 MW de capacidade instalada. Essas usinas ocupam 478,58 hectares, o equivalente a 25 estádios do Maracanã, e estão distribuídas pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Goiás. Apenas em 2024, 32 novas usinas foram conectadas. Com um investimento previsto de R$ 3,7 bilhões no mercado nacional até 2027, a empresa planeja ampliar sua capacidade de geração e expandir sua presença no território nacional. Até o final deste ano, a empresa espera alcançar a marca de 50 mil clientes atendidos, acompanhando a crescente demanda por energia limpa e acessível.
Empreender é sempre um desafio e, para os pequenos negócios, as dificuldades podem ser ainda maiores. Porém, existem soluções que podem ser buscadas para atenuar os custos e ampliar investimentos no crescimento do negócio. Entre elas, está a adoção da energia solar, que, além de economia, favorece o cuidado com o meio ambiente. De acordo com um estudo realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicado em dezembro de 2022, 14% dos pequenos negócios no Brasil já adotaram a energia solar como fonte de eletricidade. O número corresponde a cerca de 890 mil, das 6,4 milhões de micro e pequenas empresas (MPEs) abertas, também segundo informações do Sebrae. Para Rodolfo de Sousa Pinto, presidente da AXS Energia, ainda há muito potencial para crescimento, especialmente em função da facilidade de adesão a modelos como a disponibilização do acesso à energia por meio de cotas, adotado pela empresa. “Sem taxas de adesão e sem a necessidade de instalação de placas solares próprias, o acesso é muito mais simples e econômico”, reforça. O executivo lembra que, além dos benefícios diretos, há incentivos por parte do poder público, como é o caso do IPTU Verde. A medida oferece descontos no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em algumas cidades do país para quem opta pela energia solar ou outras medidas sustentáveis. Redução de custos operacionais A contratação de cotas de energia solar representa uma estratégia inteligente para pequenos negócios que desejam economizar sem complicações. Além de reduzir significativamente as despesas com eletricidade, essa modalidade elimina custos relacionados à instalação e manutenção de equipamentos próprios. Com uma previsibilidade tarifária maior, o empresário pode, ainda, planejar melhor seu fluxo de caixa. A economia obtida pode ser reinvestida na expansão do negócio, contratação de pessoal, inovação em produtos e serviços ou ações de marketing. Imagem da marca Com consumidores cada vez mais bem informados a respeito da importância da sustentabilidade, é fundamental que as empresas adotem práticas de cuidado e demonstrem seu compromisso com o meio ambiente. Quando um pequeno negócio faz uso da energia solar e comunica aos seus clientes e parceiros, a sua imagem ganha mais valor. Eventualmente, as práticas ambientais também podem ser fator decisivo no momento do fechamento de contratos. Por que fazer a contratação de cotas Sem investimento inicial: não há necessidade de adquirir equipamentos, como painéis solares, nem investir em infraestrutura elétrica para geração. Acesso simples e rápido: adesão rápida, com contratos simples e sem burocracia extensa. Sustentabilidade sem infraestrutura: possibilidade de reduzir a pegada de carbono sem alterações no imóvel do negócio. Economia na conta de energia: a contratação de cotas pode oferecer tarifas mais competitivas em relação à energia convencional das distribuidoras locais. Flexibilidade contratual: contratos ajustáveis ao porte e necessidade de consumo do pequeno negócio. Facilidade para empresas sem sede própria: ideal para empresas que fazem locação de espaços e não podem instalar sistemas fotovoltaicos. No site da AXS Energia é possível simular a economia gerada com a contratação das cotas com base no consumo atual de energia elétrica do pequeno negócio. Basta acessar portal.axsenergia.com.br/onboarding/.
A economia na conta de energia e a necessidade de se alinhar a medidas que façam frente às mudanças climáticas têm favorecido o crescimento da adoção de matrizes energéticas limpas e renováveis no Brasil, tanto por empresas de todos os portes quanto por consumidores residenciais. O grande destaque é para a energia solar, que atingiu uma marca histórica em 2024, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). O país chegou, no ano passado, a 52 GW de capacidade instalada, um crescimento de 40% em relação aos 37 GW registrados em 2023. Em 2025, apesar da taxação de equipamentos importados, o setor de energia solar fotovoltaica espera realizar investimentos de quase R$40 bilhões em todo o país, o que deve resultar em um aumento de 25,6% da sua capacidade de geração de energia elétrica, indica a Associação. Para Rodolfo de Souza Pinto, CEO da AXS Energia, companhia que atua na disponibilização do acesso à energia solar por meio de cotas, o clima é de otimismo. “Com políticas públicas mais claras e o avanço de novas tecnologias, acreditamos que será mais um ano de crescimento acelerado para o setor e para a empresa”, avalia. Um ano de avanços Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) comprovam que no ano de 2024 o Brasil registrou um acréscimo de 10,9 GW na matriz de geração elétrica. Foi o maior crescimento desde o ano de 1997. O aumento vem acompanhado, ainda, de recorde na instalação de usinas ao longo do ano. Do total de 301 novas plantas, a maior parte é de fontes renováveis, com destaque para a energia solar, com 51,87% (147 usinas). Desde o início da expansão da fonte no país, o setor fotovoltaico movimentou mais de R$238,3 bilhões em investimentos, gerou 1,5 milhão de empregos ‘verdes’ e contribuiu com R$73,8 bilhões em arrecadação tributária. Além disso, evitou a emissão de 63 milhões de toneladas de CO₂, afirma a Absolar. Modelos inovadores favorecem expansão solar A expansão da energia solar no Brasil está diretamente ligada a modelos inovadores, como a disponibilização do acesso à energia solar por meio de cotas, especialmente quando se trata de democratizar a promoção dessa fonte de energia renovável. Essa abordagem permite que empresas e consumidores que não têm espaço ou recursos para instalar painéis próprios possam se beneficiar da energia solar de forma prática e econômica. Economia que também aparece na conta de energia elétrica. Ao oferecer essa modalidade, a AXS Energia não apenas promove a sustentabilidade, mas também viabiliza o acesso à energia solar sem a necessidade de grandes investimentos iniciais por parte dos consumidores, explica o CEO da AXS Energia. "Nosso modelo de disponibilização de energia solar tem sido um dos grandes impulsionadores da expansão do setor no Brasil. Ele permite que mais pessoas e empresas tenham acesso à energia limpa e sustentável”, diz Souza. "Dessa forma, em 2024 crescemos como empresa e ajudamos o Brasil a dar passos importantes rumo a uma matriz energética mais limpa e eficiente", completa. Hoje, a AXS conta com 50 usinas conectadas no total, somando 120,5 MW de capacidade instalada. São 478,58 hectares em área de usinas conectadas, o equivalente a 25 estádios do Maracanã. São usinas próprias espalhadas pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Goiás. Apenas em 2024, 32 foram conectadas. O que o setor espera para 2025 Para o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia, há uma necessidade de avanços em políticas públicas para ampliar o aproveitamento da energia solar no Brasil. “O país precisa incorporar boas práticas legais e regulatórias para melhor explorar o potencial da energia solar”, destaca. Em 2025, um dos receios do setor é em relação à acessibilidade da adoção da energia solar em função do aumento da taxação dos módulos fotovoltaicos importados, que subiu para 25% em novembro do ano passado. A maior parte dos empreendimentos em energia solar no país é projetada com módulos importados. Souza, da AXS, no entanto, reforça que essa é uma oportunidade para a oferta de cotas e outras modalidades de acesso, tanto para consumidores residenciais quanto empresariais. "Com as perspectivas positivas para o mercado de energia renovável, estamos prontos para enfrentar os desafios de 2025 e liderar novos projetos que reforcem nosso papel de protagonismo no setor, seja por meio de parcerias estratégicas, novos investimentos ou pela ampliação de nossa base tecnológica", finaliza o CEO da companhia.
Com a expansão global das fontes renováveis, como as energias solar e eólica, que são intermitentes por natureza, o armazenamento de energia vem se tornando um componente crucial para garantir estabilidade e confiabilidade ao sistema energético. Afinal, o uso de baterias de armazenamento pode garantir o estoque de energia em momentos de baixa produção, sem comprometer o consumo residencial e comercial. O tema já chamou a atenção do Governo Federal, que, por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), abriu consultas públicas para discutir a regulamentação necessária para o setor. A AXS Energia vem participando das discussões e está em processo de desenvolvimento de quatro projetos de baterias de armazenamento. Esses projetos seriam para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, cada um com capacidade de 200 megawatts-hora. São sistemas que podem despachar 50 MWh de potência por até quatro horas diárias, contribuindo para a estabilidade e eficiência da rede elétrica. Segundo o CEO da companhia, Rodolfo de Sousa Pinto, o armazenamento de energia é, sem dúvida, a “próxima grande onda no segmento de renováveis”. “Eu posso capturar essa energia num horário que ela está mais barata e usar essa energia ao longo do dia, quando a energia é mais cara. Todo mundo vai poder se beneficiar desse tipo de solução”, explica. Evolução da energia renovável no Brasil A necessidade de reduzir emissões de gases poluentes e os avanços tecnológicos foram fatores cruciais para o crescimento das fontes renováveis. Essa corrida, lembra o CEO da AXS Energia, começa no início dos anos 2000. “Desde então, observamos um esforço global para descarbonizar as matrizes energéticas, reduzindo emissões responsáveis pela poluição do ar e pelo aquecimento global”, comenta. “Isso ficou cada vez mais evidente pelo volume de energia, principalmente solar e eólica, sendo gerado no mundo”, completa. E o Brasil segue como um dos maiores produtores de energia limpa, ocupando a sexta posição no mundo em capacidade instalada. Em 2024, o país ultrapassou 50 GW de energia solar instalada. Essa conquista coloca o país entre os líderes globais em capacidade solar, ao lado de nações como China, Estados Unidos, Alemanha, Índia e Japão. Avanços na disseminação das matrizes limpas Para o CEO da AXS Energia, um dos grandes motivos para o crescimento da matriz solar no Brasil tem relação com os movimentos das agências reguladoras e do próprio governo federal para permitir que todas as pessoas possam, daqui alguns anos, comprar energia no mercado livre. “O primeiro movimento foi abrir o mercado livre para todos os consumidores de alta tensão. E, daqui a três a cinco anos, vai abrir para todo mundo”, reconhece Souza. “A questão aqui é estar preparado estruturalmente para atender esse novo modelo de gestão”, completa. Enquanto não acontece a abertura total desse mercado, no entanto, a AXS Energia já tem a sua solução para proporcionar o uso de energia renovável pelo maior número de consumidores residenciais e pequenos comércios por meio da geração distribuída. Trata-se da comercialização de cotas de energia solar, que já atende 16 mil clientes. “Geração distribuída é algo muito similar a uma abertura de mercado. Eu consigo oferecer uma energia limpa e uma energia mais barata para os consumidores finais, e quando houver abertura do mercado, a gente vai vender um produto um pouco diferente, que é a energia vendida diretamente para o consumidor final também”, conta o CEO. Armazenamento vai garantir estabilidade Os sistemas de armazenamento devem resolver três grandes problemas do setor brasileiro, avalia Souza. O primeiro deles seria a dificuldade de levar energia de regiões com maior produção para as demais. “As baterias podem armazenar a energia durante o dia e despachar durante a noite, quando os sistemas estão menos carregados”, explica. Além disso, os centros urbanos poderão contar com baterias para atender à demanda em horários de pico. “Imagine conjuntos de baterias em grandes cidades, prontos para serem acionados durante o horário de rush em dias quentes, quando o uso de ar-condicionado aumenta”, explica. Por último, vai garantir que não haja problema de falta de energia. Trata-se, portanto, de acordo com o CEO da AXS, de uma tendência muito grande de que todo mundo perceba a bateria como um grande agente transformador na maneira de usufruir da energia elétrica.
Na contramão da necessidade urgente de uma transição energética sustentável, o Brasil elevou a tarifa de importação de módulos fotovoltaicos de 9,6% para 25% no último mês de novembro. No curto prazo, a expectativa do setor é de que esse aumento gere alguns impactos nos investimentos em energia solar no país. Com custo inicial mais elevado, uma vez que grande parte dos componentes fotovoltaicos ainda é importada, os sistemas solares podem ficar menos acessíveis para pequenos e médios investidores, que representam uma fatia importante do mercado. Esse custo adicional pode postergar decisões de investimento e desacelerar a adesão de novos consumidores à energia solar. Além disso, entre as preocupações, está a elevação de preços de instalação destes projetos, o que pode reduzir a competitividade da energia solar em relação a outras fontes de energia no mercado, especialmente para consumidores que não têm incentivos diretos ou que enfrentam margens financeiras mais apertadas. Porém, para o CEO da AXS Energia, Rodolfo de Sousa Pinto, o impacto dependerá mais da capacidade dos agentes de mercado de oferecer alternativas competitivas e da implementação de políticas públicas que favoreçam o desenvolvimento sustentável da energia solar no país. “Mesmo com a alta nas tarifas de importação, o mercado de energia solar no Brasil continua forte e resiliente. A oferta de cotas e outras modalidades de acesso democratiza a energia solar e mantém sua atratividade, tanto para consumidores residenciais quanto empresariais”, diz. Governo afirma que busca equilíbrio A elevação da tarifa de importação dos componentes fotovoltaicos importados para 25%, de acordo com o Governo Federal, teria o objetivo de equilibrar a competitividade com os produtos nacionais e incentivar a utilização da capacidade produtiva do país. Haveria a possibilidade de geração de 21 mil empregos diretos e 100 mil empregos indiretos. A medida impacta as células fotovoltaicas montadas em painéis solares, ou seja, módulos fotovoltaicos já montados. Dessa forma, a medida atende tanto a indústria nacional que fabrica células fotovoltaicas, assim como toda uma cadeia envolvida na elaboração e implementação de projetos de painéis solares. Setor de energia solar em risco Para o coordenador estadual da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Bruno Catta Preta, no entanto, a nova alíquota de importação pode colocar em risco a cadeia produtiva do setor, além de conflitar com o discurso de transição energética do Governo para fazer frente às iniciativas contra as mudanças climáticas. “Queremos o crescimento da indústria nacional, só que, especificamente neste produto, não são fábricas, [as empresas] apenas montam o módulo aqui”, afirma. “E com agravante: os dois fabricantes nacionais têm capacidade de fabricar por ano apenas 1 GW. A nossa demanda no Brasil em 2023 foi de mais de 17 GW”, completa Catta Preta. Outra questão, alerta o coordenador, é que os módulos fotovoltaicos nacionais não teriam algumas certificações internacionais para os equipamentos, que são exigidas em alguns projetos de geração de energia solar, sobretudo para conseguir financiamentos. Copo meio cheio e incentivo local Apesar das ponderações do coordenador da Absolar, é possível que a medida do Governo Federal possa ser vista de uma nova perspectiva: com a expansão de modalidades alternativas de uso da energia solar, como é o caso da oferta de cotas de energia solar - principal modelo de negócios da AXS Energia, por exemplo. O CEO da companhia lembra que o modelo permite que os consumidores de qualquer porte, inclusive os residenciais, tenham acesso à energia limpa e mais econômica, sem precisar investir na aquisição ou na instalação de painéis. “Dessa forma, tornamos essa opção viável para um público ainda maior”, reforça Souza. “E incentivamos o crescimento do mercado”, completa. Com usinas nos estados do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, a AXS Energia faz a geração de energia solar e compartilha com os clientes por meio de créditos solares, que são abatidos da conta de luz das concessionárias. O valor pago mensalmente é fixo, proporcional ao consumo anual. No longo prazo, ainda é possível acreditar que esse incentivo possa beneficiar a indústria nacional no desenvolvimento de produtos de qualidade para o mercado local.
O ano de 2024 deve ser o mais quente já registrado desde que foram iniciadas as medições da temperatura global, de acordo com o relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM). E, ao que tudo indica, não há melhora prevista para 2025. No fim da última Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas (COP29), em Baku, no Azerbaijão, pouco se avançou nos compromissos das nações pela redução de emissões de gases do efeito estufa, especialmente na redução do uso de combustíveis fósseis. - Veja também:Com o mundo em alerta climático, como agir? E como se proteger dos danos? O aumento da temperatura entre os meses de janeiro e setembro deste ano, conforme o documento apresentado na COP29 foi de 1,54 ºC acima da média pré-industrial. O Acordo de Paris, firmado em 2015 durante a COP21, tem como objetivo limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C acima destes níveis. Apesar da decepção de alguns ambientalistas com o desfecho da última conferência, não se pode deixar de falar sobre as soluções contra as mudanças climáticas. E, entre elas, está a transição energética e o uso crescente da energia solar como alternativa aos combustíveis fósseis, tendência que tem o Brasil como um dos principais protagonistas mundiais. De acordo com os dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) no mês de outubro, do total de 9,35 GW em 2024, 90,22% da potência instalada é proveniente das fontes solar fotovoltaica (48,59%) e eólica (41,43%). Entre as 256 novas usinas implantadas no ano no país, estão 119 solares fotovoltaicas (4563,87 MW). O engenheiro de sustentabilidade da AXS Energia, João Marco Kretzer Gelsleichter, lembra que o setor de energia é um dos maiores emissores de gases de efeito estufa, segundo dados do Climate Trace (grupo independente que monitora as emissões globalmente). “Nesse cenário, a expansão de fontes de energia solar, assim como das demais renováveis, se faz urgente”, alerta. Verão 2025 promete calor e eventos extremos As previsões não são de alívio do calor para o verão brasileiro neste início de 2025. Pelo contrário, a próxima estação pode ser uma das mais intensas em termos de altas temperaturas e fenômenos climáticos no Brasil, de acordo com previsões meteorológicas. E isso é explicado pelas mudanças climáticas globais, impulsionadas pelo aquecimento do Atlântico Norte e pelo fenômeno La Niña, o que também significa um aumento expressivo de secas e chuvas intensas no país. O La Niña tem impacto direto nos padrões de chuva e deve causar eventos de precipitação mais abundantes e violentos nas regiões Norte e Nordeste, com riscos de enchentes. Já no Sul, a previsão é de seca, o que vai impactar reservatórios de abastecimento de água e produção de energia hidrelétrica. Ou seja, há risco de racionamento de água para abastecimento e de acionamento de usinas termelétricas, uma vez que o calor também deve fazer com que o consumo de energia seja maior. Calor também gera alta demanda de energia Se o calor é maior, também é maior a demanda do uso de aparelhos de ar-condicionado, ventiladores, climatizadores, freezers e geladeiras. Durante uma das mais fortes ondas de calor de 2024, em março, o aumento da demanda de energia elétrica foi de quase 6%, de acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS). Mais do que impactar no aumento das tarifas, já que o maior consumo leva à necessidade de uso das usinas termelétricas e alteração das bandeiras tarifárias, ainda há o risco de aumento da emissão de gases do efeito estufa, que, por sua vez, contribuem ainda mais para o aquecimento global. Saídas para a transição energética A continuidade do uso dos combustíveis fósseis pelas maiores economias do mundo é um grande risco, segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). Para a entidade, a colaboração internacional é essencial para concretizar uma transição energética justa e inclusiva. Em 2023, os investimentos globais relacionados à transição ultrapassaram 2 trilhões de dólares pela primeira vez. Mas a Agência alerta que os padrões atuais de investimento estão distorcidos, com a maior parte do financiamento indo para as economias avançadas. O resto do mundo recebeu apenas 10% dos investimentos globais em 2023. Para a IRENA, o Brasil é um caso de sucesso, com opções promissoras para atrair capital privado. Soluções acessíveis para o uso da energia solar Paralelamente aos investimentos e ao crescimento da oferta de fontes de energia solar dentro da matriz energética do país, existem as soluções acessíveis para que os consumidores possam aderir à geração de energia renovável, graças, principalmente, à geração distribuída, que democratizou a geração de energia, antes possível apenas de forma centralizada por grandes geradores. Entre elas, está a comercialização de cotas de energia solar da AXS Energia. A contratação acontece após análise de consumo do cliente interessado para que sejam definidas as quantidades de cotas. A partir de então, a energia solar gerada pelas usinas da companhia é injetada na rede elétrica. A distribuidora local de energia elétrica mede essa energia e compensa a conta de luz do cliente com créditos de energia solar, o que gera economia na fatura. O benefício para o planeta fica por conta da redução da emissão de gases do efeito estufa. De acordo com o engenheiro de sustentabilidade da companhia, já foram evitadas as emissões de mais de 40 mil toneladas de CO2 na atmosfera. O número é calculado de acordo com o fator de emissão do Sistema Interligado Nacional (SIN), do ONS.
A bandeira amarela anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o mês de novembro garantiu a redução no valor da conta de energia elétrica no país. Com a mudança, o acréscimo, que estava em R$ 7,877 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na bandeira vermelha, passa para apenas R$ 1,885. O retorno da tarifa mais baixa tem a ver com o regime de chuvas que voltou ao normal, após meses de seca severa, que afetaram o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, reduz-se a necessidade de recorrer à produção das termelétricas, que além de mais caras, são poluentes. Leia também: IPTU Verde: com energia solar, pequenos negócios podem ter economia Mas, nenhum consumidor precisa depender apenas das condições climáticas e das definições de bandeiras tarifárias para ter mais economia na conta de energia elétrica, principalmente em tempos de crise climática global. A contratação de energia solar distribuída, a troca de equipamentos e o consumo mais consciente estão entre as oportunidades. O que são e como funcionam as bandeiras tarifárias? O sistema que sinaliza aos consumidores brasileiros os custos da geração de energia elétrica é formado pelas bandeiras tarifárias desde 2015. Assim como acontece com a sinalização de trânsito, elas são verde, amarela e vermelha - a variação do custo tem a ver com as condições da geração de eletricidade. A bandeira verde indica que há condições favoráveis de geração de energia e a tarifa não sofre nenhum acréscimo. Na bandeira amarela, as condições passam a ficar menos favoráveis. Na bandeira vermelha, há dois patamares, e acréscimos ainda maiores na conta de energia. Todos os consumidores do sistema cativo das distribuidoras de energia são faturados pelo Sistema de Bandeiras Tarifárias, com exceção daqueles localizados em sistemas isolados. Portanto, optar pelo mercado livre de energia [LINK POST ANTERIOR] já pode ser uma forma de economizar. Crise climática afeta geração de energia A energia hidrelétrica compõe a maior parte da matriz energética brasileira, participando com 55% de acordo com a Aneel. Com a necessidade de estar com seus reservatórios cheios para a produção de energia, a modalidade é diretamente afetada pela alteração no regime de chuvas, causada pelas mudanças climáticas. As secas extremas e cada vez mais prolongadas vem sendo cada vez mais frequentes. A bandeira vermelha sob a qual o país estava até agora é consequência da falta de chuvas deste inverno e início de primavera no hemisfério sul. Um cenário um pouco pior foio que aconteceu no país em 2021. Uma seca extrema foi responsável pela adoção de uma bandeira com nome específico para a situação: a bandeira "escassez hídrica". Geração distribuída e energia solar são opção para economizar A geração distribuída permite a contratação de energia de usinas solares, pagando menos que a tarifa convencional. Essa energia é gerada em locais como fazendas solares e enviada para a rede, beneficiando consumidores que se inscrevem nesse modelo. Esse tipo de contrato permite economizar até 20% na conta de luz, sem necessidade de investir em equipamentos próprios.Esse é o serviço prestado, por exemplo, pela AXS Energia, que comercializa cotas da energia produzida em suas usinas instaladas nos estados de Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e São Paulo. Os créditos são injetados na rede distribuidora, resultando em descontos para o cliente. Outras estratégias para reduzir a conta de energia elétrica em casa O uso consciente de energia elétrica é também uma forma de economizar na conta de luz e ajudar o planeta - já que menos consumo também vai exigir menos da geração, reduzindo o risco de se usar matrizes como as termelétricas. Seguem algumas dicas práticas para adotar em casa:1. Use lâmpadas e eletrodomésticos mais eficientes As lâmpadas LED consomem até 80% menos energia que as incandescentes e duram mais. Já os eletrodomésticos podem ser trocados por aqueles que tenham o selo Procel (Programa Nacional de Conservação da Energia Elétrica), que consomem menos energia. O programa do Ministério de Minas e Energia (MME) existe desde 1985. Otimize o uso do ar-condicionado e aquecedores Os aparelhos com a manutenção em dia, como os filtros limpos, cumprem suas funções de forma mais eficiente. Quando usados na temperatura ideal - nem muito quente, nem muito fria, também gastam menos energia. Não deixe aparelhos em stand-by TVs, carregadores e fornos de micro-ondas, ainda que não estejam em uso, se estiverem na tomada continuam consumindo energia. Para economizar, o ideal é tirar todos esses aparelhos da tomada quando estiverem ociosos. Evite sobrecarga no uso de eletrodomésticos Máquinas de lavar e secadoras devem ser usadas, sempre que possível, na capacidade máxima. Ou seja, evite lavar pouca roupa em diversos dias da semana, procure acumular as peças para melhor aproveitamento. Se a atividade for feita fora do horário de pico, ainda melhor, a tarifa é mais baixa. Quando o assunto é a geladeira, abra a porta somente quando precisar de algo para evitar que ela gaste mais energia para manter a temperatura interna. Aproveite luz natural dos ambientes Mantenha as janelas abertas durante o dia para reduzir a necessidade de iluminação artificial. O uso de espelhos e cores claras nas paredes também ajuda a diminuir a necessidade de acender as lâmpadas.
A introdução e o desenvolvimento da energia elétrica transformaram praticamente todos os aspectos da vida moderna em sociedade. Desde a iluminação, a indústria, os transportes, até as comunicações e o conforto doméstico sofreram impactos com o surgimento da eletricidade. Foram avanços significativos, que ainda impulsionam a economia e melhoram a qualidade de vida em uma escala global. Uma revolução que não parou no tempo e continua, especialmente quando se trata do crescimento de fontes de energia renovável, como a energia solar, matriz que vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Em março de 2024, de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar), o país atingiu 40 gigawatts (GW) de potência instalada operacional proveniente da fonte solar fotovoltaica. Mas de que forma a energia chega até a casa de cada um? E como funciona o compartilhamento de energia solar, que permite o benefício da economia na conta e da sustentabilidade, sem a necessidade de investir na instalação de painéis fotovoltaicos? Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil Além da crescente fonte de energia solar para geração de energia, o Brasil conta com grande parte da sua energia elétrica gerada por usinas hidrelétricas, que transformam a força e o movimento da água em eletricidade. Há, ainda, as termelétricas, que usam calor e combustíveis fósseis no processo; além das eólicas, que fazem uso da força do vento. Após a produção, proveniente de qualquer uma das matrizes, a transmissão da energia acontece por meio de linhas de transmissão de alta tensão, que vão das usinas às subestações, onde acontece o ajuste da tensão elétrica, para que seja possível acontecer a distribuição para as unidades consumidoras - residências, indústrias e comércios. O processo é todo regulado e monitorado por agências governamentais, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para garantir a eficiência e a confiabilidade do fornecimento de energia em todo o país. Geração e uso da energia solar Hoje, a energia solar é superada apenas pela energia hidrelétrica no Brasil. A participação da energia solar na matriz elétrica brasileira subiu de 11,6% para 17% em apenas um ano, segundo a Absolar. A hidrelétrica detém 48,8% de participação. Há três anos, o percentual de participação das hidrelétricas era de 60%, contra apenas 1,7% da energia solar e 9,8% de eólica. Considerada uma das matrizes mais limpas na geração de energia e com um crescimento exponencial no país, a energia solar começou a ganhar mercado no país em 2012, graças a uma resolução normativa que regulamentou a geração distribuída. Leia também: O que é Geração Distribuída (GD) Com ela, tornou-se viável conectar um sistema de energia solar instalado em casa e gerar créditos a partir do excedente de energia gerada, resultando em economia na conta de energia elétrica. Pouco tempo mais tarde, surgiram novas modalidades na geração distribuída e, entre elas, a geração compartilhada, quando mais de um consumidor faz uso da energia gerada por meio de um consórcio ou cooperativa. O uso de energia por meio de cotas possibilita a adesão à energia solar sem a necessidade de investimentos em infraestrutura e equipamentos. Como funcionam as cotas de energia solar? O modelo de comercialização de energia solar por meio do sistema de cotas permite aos consumidores adquirirem uma parte da energia gerada por uma usina solar. Ou seja, sem a necessidade de fazer investimentos maiores ou obras para a instalação de painéis em sua propriedade. Isso traz mais praticidade e economia a quem quer aderir à matriz de energia renovável. Esse é o serviço oferecido pela AXS Energia, nos estados de Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, São Paulo e Goiás. A energia solar é gerada em suas usinas - instaladas em áreas com boa irradiação, e as cotas - parte da capacidade de geração das usinas - são adquiridas pelos consumidores residenciais e comerciais. Essa quantidade gerada é injetada na rede de distribuição de energia elétrica e o valor correspondente, abatido da conta da concessionária de energia elétrica que atende esse consumidor. Vantagens do sistema de cotas de energia solar A facilidade do acesso pode ser apontada como uma das principais vantagens da aquisição de cotas de energia solar. O contrato permite a adesão à energia limpa e renovável sem a instalação de equipamentos. Com isso, não há necessidade de investimento inicial. A redução de custos também acontece com descontos que podem chegar a cerca de 17% na fatura de energia, e é possível fazer a simulação dessa economia antes da aquisição das cotas no site da AXS Energia. Veja mais: IPTU Verde: com energia solar, pequenos negócios podem ter economia Usar a energia renovável contribui, ainda, para a redução da emissão de gás carbônico na atmosfera. O que ameniza, principalmente, os efeitos das mudanças climáticas, que causam o aumento da temperatura global e alterações nos regimes de chuvas e provocam enchentes ou longos períodos de estiagem. Quer aderir à energia solar com toda a facilidade? Acesse o site da AXS Energia e veja como.