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Geração compartilhada é golpe?Sem categoria
Geração compartilhada é golpe?

Se você acompanhou as últimas edições do Estado de Minas, ou assistiu a reportagem da Globo, já deve ter ouvido falar sobre geração de energia compartilhada, ou energia solar por assinatura. A oferta é tentadora: usar uma fonte de energia renovável, sem precisar instalar painéis solares e ainda pagar menos na conta de luz. Mas seria este um golpe? É o que descobriremos nesse post. Resumidamente: Geração compartilhada é golpe? Não, mas afinal... O que é geração compartilhada? Trata-se de um modelo de negócio no qual o consumidor adere a uma assinatura para partilhar energia gerada em usinas particulares. Ou seja, ao invés de precisar instalar os painéis solares na sua residência/negócio todo o investimento fica por conta das empresas donas das fazendas solares. Nessas fazendas solares, a energia captada pelo sol é convertida em energia elétrica, e depois é distribuída através da rede de energia existente. Assim, ela chega ao consumidor final com um custo reduzido. Cada empresa privada determina o quanto cederá de desconto para os seus clientes. Algumas optam por descontos fixos, outras oferecem descontos variáveis. O que não te contam sobre energia solar por assinatura? O ingresso dos consumidores interessados na modalidade de energia por assinatura se dá por meio de contratos de consórcio (para pessoas jurídicas), ou cooperativas (para pessoas físicas). Mas fique tranquilo, pois esse processo é adotado apenas para preservar a segurança jurídica exigida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Qual a parte ruim deste modelo de negócio? Como quase tudo no Brasil: A burocracia. Como citamos no tópico anterior, pessoas jurídicas ingressam na modalidade consórcio, e pessoas físicas entram como parte de uma cooperativa. O processo de adesão pode ser realizado de forma digital, ou presencial. Porém, o prazo entre o momento da contratação e o início do recebimento de energia renovável varia, podendo chegar a até 60 dias.   Escolha a pioneira em energia solar Nascemos na cultura ESG. Possuímos green bonds certificados pela SITAWI, a primeira organização brasileira acreditada pela Climate Bonds Initiative (CBI) para a certificação de títulos verdes. Temos mais de 40 anos de experiência no mercado, participando ativamente da instalação de usinas solares, estudos de viabilidade e consultorias especializadas para oferecer soluções fotovoltaicas.

Para que serve a energia solar? Descubra como usá-la.Artigos
Para que serve a energia solar? Descubra como usá-la.

Para que serve a energia solar? A energia solar pode ser convertida em eletricidade. Ao contrário do senso comum, ela não é usada apenas o aquecimento térmico. No post anterior, te contamos sobre a bandeira verde, e o que muda para o consumidor. Neste, te explicaremos para que serve a energia solar, e porque investir nessa tecnologia pode ser uma alternativa para a sua residência, ou negócio. Energia solar é assunto do momento Após a campanha sobre energia solar por assinatura amplamente divulgada pela Heineken, o termo entrou em alta nas pesquisas do Google. No entanto, ainda há muita confusão a respeito da utilidade da energia solar. Talvez pela noção de que o sol é uma fonte de calor, algumas pessoas podem acabar ligando o astro rei apenas ao aquecimento térmico. Contudo, as usinas solares usam painéis fotovoltaicos para converter a radiação solar (invisível a olho nu, mas sentida na pele quando, por exemplo, nos expomos ao sol sem protetor), em energia elétrica. Por que escolher essa fonte se a concessória local já oferece o abastecimento? Porque as usinas termoelétricas demandam a queima de combustíveis fósseis, já as hidroelétricas estão a mercê de condições meteorológicas. Por outro lado, o sol é uma fonte de energia inesgotável e acessível a todos. Por exemplo, quando usamos o sol para secar roupas, isso não impede que nossos vizinho também o use para a mesma função. Além disso, você passará a produzir sua energia proveniente de uma fonte limpa, sustentável e mais barata. Outra dúvida comum é a respeito do abastecimento conforme a temperatura do dia. Nos dias mais secos (ensolarados), criamos reservas para serem usadas em dias úmidos (chuvosos). Assim, não há desabastecimento em dias nublados. E falando em dias ensolarados, gostaríamos de saber: Qual a cor do seu guarda-sol? Sabe aqueles planos de férias, que só ficam nos planos? Que tal tirar essas ideias do papel e colocar em prática? Muitas vezes queremos economizar, e sabemos que dá para reduzir a fatura do cartão, deixar de comprar um luxo, ou outro. Mas algumas faturas são fixas e inegociáveis, certo? Errado! A sua conta de luz não precisa ser sempre a mesma. Com a nossa ajuda, você poderá reduzi-la e assim finalmente tirar o descanso merecido. Baixe nosso e-book grátis e tire todas as suas dúvidas sobre contratação. :) Ou se preferir, fale diretamente com um de nossos especialistas.

Energia solar: saiba tudo sobre os tipos e formas de usoArtigos
Energia solar: saiba tudo sobre os tipos e formas de uso

Em meio às preocupações com o meio ambiente e a busca por economia nas contas de energia, que estão cada dia mais caras, a assinatura de energia solar se tornou uma possibilidade mais viável do que os modelos tradicionais. Esse tipo de geração de energia tem potencial para se desenvolver ainda mais no Brasil, visto que o índice de incidência solar no país é significativamente grande em todo o território, principalmente em regiões que são caracterizadas pela aridez do clima. A energia solar é um tipo de energia renovável, alternativa e sustentável, proveniente da luz e do calor do Sol.  Ela pode ser transformada em energia térmica ou elétrica e aplicada em diversas situações, através de diferentes tecnologias e para fins distintos. Entre suas principais características estão: é uma energia limpa, que não libera resíduos e poluentes; conta com uma fonte de energia gratuita; não gera danos à natureza; possui grande aproveitamento; é uma opção mais barata; tem vida útil longa de, em média, 20 anos; é considerada inesgotável e possui mais uma série de outras que fazem dela uma forma de energia amiga do meio ambiente. Quais são os tipos de energia solar e como funcionam? Existem três tipos principais de sistemas de captação e conversão para aproveitar a energia advinda do sol: Energia Solar Fotovoltaica, Energia Solar Térmica e Energia Termos solar. Vamos conhecer cada um deles a seguir. Acompanhe! 1. Energia Solar Fotovoltaica A energia fotovoltaica é um dos tipos de energia mais populares do mundo. Existe há mais de 100 anos e é uma das formas mais comuns de uso de energia solar, principalmente em residências, indústrias e estabelecimentos comerciais. A tecnologia fotovoltaica (FV) converte diretamente os raios solares - radiação solar - em eletricidade, gerando energia elétrica. O sistema solar fotovoltaico é composto por painéis solares, feitos com materiais semicondutores, como silício, responsáveis por captar a energia gerada através da luz do sol; inversor solar, que tem como função converter a energia elétrica gerada pelos painéis de corrente contínua (CC) para corrente alternada (CA); sistema de fixação das placas solares, geralmente produzidas com alumínio ou aço inoxidável, podendo ser instalado tanto nos telhados, como em montagem sobre o chão; e ainda por cabeamentos conectores, materiais que transportam de forma segura a corrente elétrica. A energia solar fotovoltaica é uma opção viável pois possui baixo custo e manutenção mínima. É possível gerar energia fotovoltaica até mesmo em dias nublados, pois a radiação solar é do tipo direta e difusa. Por isso, uma assinatura desse tipo de energia é uma excelente opção! 2. Energia Solar Térmica Uma curiosidade sobre a energia solar térmica: sua primeira instalação ocorreu no deserto do Saara há mais de 100 anos. A energia solar térmica trata-se daquela que utiliza o calor do sol para aquecimento de fluidos, geralmente água. Comumente usada em indústrias, residências, prédios e comércios, pode ser muito útil para as empresas que precisam utilizar água quente em algum processo industrial. Os sistemas solares térmicos usam coletores - também conhecidos como placas solares de aquecimento - ou tubos a vácuo para captar o calor do sol e transferir o calor para a água, aquecendo-a. Após esse processo, a água irá para o reservatório, visando manter sua temperatura aquecida até o momento da utilização. As placas coletoras são fabricadas em cobre ou alumínio, que são ótimos condutores de corrente. Principais vantagens da energia solar térmica: tem sistemas de captação simples; energia renovável, mais econômica e facilmente adaptável; pode ser usada em qualquer lugar, sendo um tipo de sistema que ocupa pouco espaço e é de fácil instalação; menos poluição para o meio ambiente; vida útil prolongada; manutenção mínima, entre outras. 3. Energia Termos solar Este tipo de geração de energia é menos utilizado do que os dois citados anteriormente, devido seu alto custo e sua complexidade, sendo um método mais observado em processos industriais. A energia termos solar, também chamada de heliotérmica, é a geração de energia elétrica advinda dos raios solares de maneira indireta, ou seja, ela precisa de duas ou mais etapas para converter a energia solar em energia utilizável. O funcionamento remete ao de uma usina termoelétrica. No caso da energia termos solar, funciona da seguinte forma: através de painéis solares, que podem ser, por exemplo, espelhos, coletores ou heliostatos, que refletem a luz do sol, o sistema concentra a radiação solar em algum ponto a fim de transformá-la em energia elétrica. Ela passa por duas transformações: primeiro em energia mecânica, depois em energia elétrica. O calor gerado é usado para aquecer o fluido e o vapor irá movimentar as turbinas, acionando o gerador. Como funciona a energia solar por assinatura da AXS? A energia produzida pelos painéis fotovoltaicos da sua cota contratada na assinatura será convertida em créditos de energia. Tais créditos serão inseridos na rede da sua distribuidora local e transformados em benefícios que reduzirão o valor da sua fatura de energia. As principais vantagens são: Sem taxa de adesão; Sem instalação; Contratação descomplicada; Você economiza na conta de energia e consegue investir mais no seu negócio. O custo-benefício de investir em energia solar é notável a longo prazo, uma vez que o valor investido gera inúmeros pontos positivos, principalmente no quesito financeiro, tendo em vista que a conta de luz costuma representar um gasto considerável. Quer contratar um serviço de assinatura de energia limpa e mais econômico? Entre em contato conosco hoje mesmo! A AXS Energia pertence ao Grupo Araxá Solar, que atua há 10 anos no desenvolvimento do setor solar brasileiro, sendo um dos pioneiros e líderes deste mercado. Fazemos parte do grupo Araxá Solar, responsável por 25% dos projetos de usinas solares desenvolvidos no Brasil.

10 curiosidades sobre o sol e a energia solarNotícias
10 curiosidades sobre o sol e a energia solar

Sabe o Sol? Sim, o sol, aquele que te acompanha todos os dias trazendo a luz do dia e anunciando a chegada da noite. Ele possui tanta importância para a vida e são tantas as curiosidades dessa grande estrela que decidimos trazer aqui as 10 mais curiosas. O Sol é essencial para a sobrevivência de todos os seres na Terra, pois ele fornece luz e calor, bem como mantém o alinhamento gravitacional do sistema solar. Ele é composto basicamente de hidrogênio (74%) e hélio (24%). E a sua energia é produzida por meio do processo de fusão nuclear. Ele também é uma fonte de energia elétrica 100% renovável que pode ajudar a atender a demanda energética da humanidade de maneira sustentável. Ficou curioso para saber mais sobre esse tema? Então siga na leitura! Curiosidades Sobre o Sol e a Energia Solar Você já tinha parado para pensar na idade do Sol ou, ainda, qual é sua a capacidade energética? E você sabia que o sol não é amarelo? Essas são algumas das curiosidades que vamos te contar neste texto. Vamos lá! 1. Idade do sol O Sol tem aproximadamente 4,6 bilhões de anos. Portanto, há muito tempo ele emana luz e calor para os seres vivos na Terra. A vida em nosso planeta só é possível porque, entre tantas funções, o sol nos mantém aquecidos. Sem ele tudo por aqui estaria totalmente congelado. 2. Distância da Terra Você sabia que o Sol está a cerca de 150 milhões de quilômetros da Terra? A luz solar precisa percorrer todo esse caminho até chegar até nós. Esse trajeto é percorrido a uma velocidade de 300.000 quilômetros por segundo, ou seja, demora mais ou menos 8 minutos para que a luz do Sol toque na Terra. 3. Vivemos dentro do sol Essa curiosidade quase ninguém sabe. O planeta Terra fica localizado na heliosfera, ou seja, ele encontra-se dentro da atmosfera solar. Portanto, o mundo tem influência dos ventos solares, por isso existem interferências nos sistemas de telecomunicações. Diante do tamanho de todo o universo, dá pra considerar que o Sol é uma casinha onde vivemos quentinhos e radiantes. 4. O sol não é amarelo Isso mesmo! A cor do sol não é amarela como muitas pessoas acreditam, ela na verdade é branca. O amarelo que vemos a olho nu é o reflexo da temperatura de sua superfície e da sua luminosidade. Ou seja, essa cor é resultado da dispersão dos raios solares na atmosfera. Porém, estudos indicam que na verdade ele é branco. 5. A potência do sol Você sabia que, em apenas 1 segundo, o sol irradia mais energia do que toda a consumida pelo homem desde o seu surgimento na Terra? Esse é um dos motivos que torna a energia solar tão promissora. 6. O sol pode gerar energia O Sol é o principal elemento do sistema solar, a maior fonte energética. Por meio dele, é possível produzir energia tanto térmica quanto fotovoltaica. A primeira é produzida por meio da conversão do calor da luz solar em energia térmica para o aquecimento da água. Esse sistema é muito utilizado tanto para o consumo em residências quanto em processos industriais e gera uma grande economia de energia. A energia fotovoltaica é resultado da conversão da luz do Sol em energia elétrica. Isso acontece porque os painéis captam a radiação e transforma ela em corrente elétrica que, por sua vez, é convertida para ser utilizada pela população. 7. O potencial do Brasil para geração de energia Atualmente somos um dos países com maior geração de energia solar no mundo e o Brasil ainda tem potencial para subir no ranking. Segundo a Absolar, o território brasileiro recebe mais de 2.200 horas anuais de insolação que, por sua vez, equivalem a 15 trilhões de megawatts. Esse valor é quatro vezes maior que a produção atual das hidrelétricas.  Assim, com a nossa grande extensão territorial e incidência solar, temos alta capacidade para produzir energia fotovoltaica e fornecer eletricidade para todos os estados com essa fonte. 8. Energia solar é 100% renovável e limpa A energia solar pode ser considerada 100% renovável e confiável, já que ele brilha todos os dias e tem uma vida útil de mais alguns bilhões de anos. Ou seja, não vai embora tão cedo. Vale destacar também que a energia solar é limpa, pois uma vez que uma usina solar é instalada, ela não gera resíduos. Em comparação com outras fontes de energia, a solar gera impactos mínimos no meio ambiente e facilmente reversíveis. Por isso, ela é considerada uma fonte sustentável de eletricidade. 9. A energia solar é mais barata Sim, a energia solar pode ser considerada barata em comparação com as fontes de energia convencionais. Já que ela é proveniente de um recurso natural gratuito e praticamente inesgotável. Além disso, a tecnologia tem apresentado inovações que diminuem cada vez mais os custos de produção dos painéis solares e, principalmente, aumentam a sua eficiência em geração de energia, atualmente viabilizando o acesso à energia solar para todos. 10. É possível obter energia solar por assinatura  Você pode ter acesso a energia solar de diversas formas, seja pela instalação de painéis solares, pela geração compartilhada ou, melhor ainda, pela compra da energia por assinatura. Como funciona? Essa modalidade de acesso à energia solar utiliza a rede de distribuição da concessionária da região para enviar energia para os assinantes. A energia é gerada em uma usina solar localizada no seu estado e você pode solicitar uma assinatura totalmente online. Não existe necessidade de investimento inicial e você não precisa instalar nada na sua empresa ou residência. Com base no seu histórico de consumo, você assina a quantidade de painéis necessários. E já que a energia elétrica é mais econômica, é possível reduzir a conta de luz. Já pensou? Gastar menos e ainda utilizar uma fonte de energia muito mais sustentável e confiável. Essa é uma grande inovação que empresas como a AXS têm levado às pessoas e juntos transformado o modo como utilizamos a energia. Seja parte da evolução Podemos concluir que o Sol é muito importante para nossa sobrevivência, bem como a energia solar pode nos trazer muitas vantagens tanto em relação ao bolso quanto à saúde. Por isso, precisamos investir mais nesse tipo de fonte sustentável. Agora que você já sabe tudo isso, que tal economizar na sua conta de energia? Acesse: www.axsenergia.com.br

O que é Geração Distribuída (GD)Artigos
O que é Geração Distribuída (GD)

Quando o assunto é energia solar, muitas pessoas podem não saber que existem diversas formas de transformar a luz do sol em energia elétrica utilizando os painéis fotovoltaicos. Uma delas é por meio da Geração Distribuída, modalidade que opera com a fonte de energia elétrica conectada diretamente à rede de distribuição. Essa é uma modalidade que pode ser utilizada com diversas fontes de geração de energia renováveis, apresentando grandes vantagens para empresas e a população em geral, como veremos neste artigo. Geração Distribuída A Geração Distribuída (GD) é quando a energia é gerada no seu próprio local de consumo, ou então muito próximo a ele. Essa modalidade é diferente da Geração Centralizada (GC), que por sua vez é gerada em locais distantes de onde a energia será realmente utilizada, necessitando uma infraestrutura de distribuição muito maior. Para entender melhor a diferença, imagine que você esteja neste momento trabalhando em uma empresa que fica dentro de uma zona urbana, como por exemplo, a cidade de Belo Horizonte. Vamos supor que você já esteja utilizando nessa empresa a energia solar, gerada em uma usina solar que fica na cidade vizinha. Essa usina está conectada diretamente à rede de distribuição da Cemig, concessionária de energia do estado de MG. Ou seja, não necessita de uma infraestrutura tão complexa para levar uma energia renovável até você. Essa modalidade é a Geração Distribuída. Agora imagine um cenário diferente, onde a energia solar é gerada em uma grande usina (aquelas com placas solares intermináveis como vemos nas fotos) que precisa ser instalada em uma zona mais distante da área urbana, pois necessita de maior infraestrutura para gerar a energia em alta escala e levá-la até a população com linhas de transmissão de alta tensão. Essa é a Geração Centralizada. É importante destacar que a GC, por enquanto, ainda pode operar também com as fontes não renováveis de energia, como é o caso de usinas térmicas que precisam utilizar insumos como carvão, gás natural, petróleo, entre outros. Mas vale ressaltar também que os maiores investimentos hoje em dia estão sendo feitos em fontes totalmente renováveis como, por exemplo, a solar e a eólica, principalmente por meio da geração distribuída. Vantagens da Geração Distribuída de energia Em 2012 a ANEEL autorizou a Geração Distribuída no Brasil para fontes renováveis. Isso traz muitos benefícios para as pessoas e uma grande oportunidade para o desenvolvimento sustentável do nosso país, incluindo vantagens econômicas e ambientais. Veja abaixo os principais benefícios da GD: Energia renovável: a geração distribuída utiliza fontes como a solar fotovoltaica, uma energia muito mais limpa e confiável quando comparamos com outras fontes tradicionais; Diversificação da matriz energética: hoje o Brasil possui uma dependência muito grande das hidrelétricas, sendo essa responsável por 59% da geração de energia. Com a geração distribuída, existe uma grande oportunidade de diversificar as fontes de energia e minimizar os riscos. Eficiência energética: a GD minimiza os custos com a distribuição de energia, já que as fontes geradoras de energia ficam no local de consumo ou muito próximos a ele; Desenvolvimento acelerado: construir uma grande usina de energia no modelo de geração centralizada demanda muito mais tempo. Ao autorizar a geração distribuída, o governo permite que empresas como a AXS possam atuar no desenvolvimento econômico instalando usinas menores que podem ser construídas mais rapidamente para atender a população e garantir energia para todos. Crescimento da Geração Distribuída no Brasil A fonte de energia mais utilizada no Brasil, em termos de Geração Distribuída, é a solar fotovoltaica. Segundo dados da ANEEL/ABSOLAR, até 2016 a potência instalada total no país era de 93 MW, número que aumentou incrivelmente nos anos seguintes. Em junho de 2021, somente a GD possui uma capacidade instalada de 6.024 MW. Apesar desse crescimento, o nosso potencial para energia solar ainda é muito maior. Isso porque a incidência de radiação solar que temos em todo o território nacional é muito alta. Mesmo as regiões com menor incidência possuem um potencial maior que a Europa. Além dessa condição natural, as tecnologias fotovoltaicas estão avançando a uma velocidade impressionante. Neste outro artigo (colocar link) você poderá ver como os painéis fotovoltaicos evoluíram, alcançando hoje níveis de eficiência para a geração de energia muito maiores do que há poucos anos. E para melhorar, a indústria tem conseguido minimizar cada vez mais os custos e os impactos ambientais para a fabricação dos painéis solares fotovoltaicos. Todos esses fatores impactam positivamente no cenário da energia solar. A evolução dos preços nos leilões de energia atualmente é cerca de 75% menor do que em 2013, reflexo de toda a evolução que comentamos anteriormente e que viabiliza a energia solar para toda a população. A Energia Solar é uma realidade e você pode ter acesso Neste artigo você entendeu como a Geração Distribuída tem potencializado o crescimento da energia solar no Brasil. Mas será que você pode fazer parte disso também? A resposta é sim. Quando pensamos em ter energia solar em nossas empresas e residências, vem a ideia de investimento em painéis solares e contratar alguém para fazer a instalação no seu terreno, telhado ou algum local mais conveniente possível. Porém, existe uma forma muito mais fácil e barata para ter acesso a essa fonte renovável de energia elétrica: por meio de uma assinatura. Faça uma simulação agora mesmo, clicando aqui!

Como será a evolução dos veículos elétricos no BrasilNotícias
Como será a evolução dos veículos elétricos no Brasil

A cada ano os veículos elétricos vêm conquistando mais espaço e holofotes no Brasil e no mundo. Isso acontece por conta do desenvolvimento crescente de novos modelos capazes de percorrer distâncias maiores e também por serem muito mais ecológicos do que os veículos tradicionais. Por moverem-se a eletricidade e não a combustíveis fósseis, os veículos elétricos podem contribuir para a solução para problemas ambientais como o efeito estufa. E foram apenas nos últimos anos que essa tecnologia veio ganhando mais popularidade, lá no começo do século XIX algumas pessoas davam início à história dos veículos elétricos. Os primeiros carros elétricos Não há como saber exatamente quem foi o responsável pelo primeiro carro ou veículo elétrico, mas existem registros de diversos inventores que participaram do seu desenvolvimento, ainda muito rudimentar para a época. Uma das primeiras histórias sobre o assunto tem Ányos Jedlik como protagonista. Ele criou um motor elétrico e para testar o acoplou a um carrinho de miniatura. Sibrandus Stratingh e Thomas Davenport também tiveram notoriedade no começo da evolução dos veículos elétricos. Porém, o primeiro veículo movido a eletricidade foi um triciclo desenvolvido por Gustave Trouvé, em 1881. Thomas Parker também entra na história por ter inventado um carro elétrico em 1884, o qual utilizava para ir ao trabalho. Fato é que por muitos anos os veículos elétricos tiveram momentos específicos em algumas partes do mundo, com algum inventor diferente trazendo uma modificação mais apropriada dependendo de onde morava, sua necessidade e época em que viveu. Além disso, cada um desses nomes foi de extrema importância não só para termos a base para carros elétricos hoje, mas também para os veículos comuns que conhecemos. Embora os veículos elétricos sejam essencialmente muito melhores para o meio ambiente em relação aos movidos a gasolina, etanol e diesel, no passado não era discutido o tema dos impactos ambientais no planeta, muito menos existia o conceito de sustentabilidade. Esse é um debate contemporâneo que trouxe os veículos elétricos de volta aos holofotes do mundo inteiro. O conceito de sustentabilidade O termo “Sustentabilidade” é muito mais recente que os veículos elétricos, mas foi graças a ele que podemos discutir melhores maneiras de agir em prol do meio ambiente e de seus recursos naturais, sem deixar de lado a evolução natural da espécie e o seu desenvolvimento. Podemos definir sustentabilidade como a capacidade que um sistema ou processo tem de se sustentar, isto é, se manter ativo. A palavra logo se tornou aliada da natureza para conscientizar as pessoas de que devemos agir com a preocupação de não acabar com os recursos naturais do planeta ou agredir o meio ambiente a ponto de destruí-lo. Desenvolvimento sustentável, por exemplo, é um dos pilares da sustentabilidade ao ratificar a importância de cuidar e preservar a natureza para que ela se mantenha viva para gerações futuras. Mas que a população atual possa evoluir e se desenvolver de forma consciente e de mãos dadas com a saúde do planeta. E o que favorece o desenvolvimento sustentável e a sustentabilidade? Fontes de energia renováveis. Energia solar, eólica e hidrelétricas, por exemplo, são recursos renováveis que a natureza oferece. No caso da solar, todo dia é possível captar raios de sol e gerar energia elétrica a partir disso. Já no caso das hidrelétricas, saber quando vai chover e o volume de água que vai cair é fundamental para se ter uma ideia do quanto poderá ser gerado de eletricidade. No caso da energia eólica depende de fatores como, por exemplo, a intensidade dos ventos que fazem as turbinas dos aero geradores girarem para se obter energia. Existem dados e pesquisas que indicam que a energia solar será líder na matriz energética de diversos países, inclusive do Brasil, daqui a alguns anos. Em 2020, por exemplo, em escala global, a energia solar e a eólica bateram recorde de crescimento com 22% e 18% respectivamente, segundo o Tecmundo. A tendência é que esse número cresça ainda mais com o passar do tempo, já que mais países estão aderindo à energia renovável. Inclusive, a indústria automobilística já está desenvolvendo modelos de veículos com painéis solares inclusos no design. O primeiro carro elétrico no Brasil Antes mesmo de Elon Musk lançar o seu primeiro modelo da Tesla, o Brasil já havia recebido seu primeiro carro elétrico no ano de 1969. O Itaipu E150 era pequeno, continha baterias muito pesadas e pouca potência, mas ainda assim tem o título de primeiro carro elétrico nacional, segundo o Auto Esporte. Esse modelo tinha capacidade para apenas dois lugares e um design bem geométrico. Seu peso era de 460 kg, sendo 320 kg apenas das baterias de 3,2 kW que entregavam o equivalente a 4,2 cv. O preço do carro, se fosse atualizado para valores presentes (em 2021), seria perto dos R$ 60 mil. Apesar da previsão de começar a ser produzido em série a partir de dezembro de 1975 na fábrica de Rio Claro, no interior de São Paulo, o pequeno automóvel elétrico sofreu naquela época com problemas que ainda são muito atuais para os veículos elétricos: peso das baterias, baixa autonomia e tempo de recarga. Contudo, engana-se quem pensa que essa tentativa foi suficiente para que não existissem mais modelos ou ideias similares ao Itaipu no Brasil. Em 1980, a Gurgel ainda apostou no Itaipu E400, um furgão também elétrico que fez parte da frota de empresas brasileiras de eletricidade, como Telebrás e Telesp, mas sua vida também foi curta. Tinha o equivalente a 11 cv, 80 km de autonomia e as baterias levavam dez horas para serem recarregadas. O modelo durou até 1982 e teve cerca de mil unidades produzidas. É notória a evolução do modelo E400 em relação ao seu antecessor E150. Porém, é importante levantar um ponto de que o assunto e o debate de veículos elétricos em prol do planeta e do meio ambiente só começou a ganhar espaço na mídia e na sociedade a partir dos anos 90 e, principalmente, 2000. Ou seja, talvez com mais incentivos no Itaipu ou em montadoras que gostariam de encarar o desafio de se produzir um veículo elétrico, o Brasil poderia, hoje, ser uma das referências mundiais no assunto. Outros lugares, como os Estados Unidos e a Europa, ganharam mais espaço com mais recursos e puderam se destacar no desenvolvimento de veículos sustentáveis. Em 2020, o mercado de carros elétricos se expandiu. Ao final do ano, 10 milhões de modelos já estavam rodando por todo o planeta, segundo o levantamento Global EV Outlook 2021. 4,6% do total de carros vendidos no mundo eram de modelos elétricos.  Além disso, ainda de acordo com esse estudo, foi a primeira vez que a Europa ultrapassou a China como maior mercado de veículos elétricos: 1,4 milhão de carros contra 1,2 milhão do país asiático. Os Estados Unidos ainda estão um pouco atrás desses dois “concorrentes”, mas registraram 295 mil novos veículos elétricos naquele ano. Com o aumento do interesse e dos incentivos para a produção e desenvolvimento de carros elétricos, com grandes montadoras aderindo a essa postura mais sustentável e benéfica ao meio ambiente, outros automóveis também estão começando a entrar no modelo elétrico, como é o caso de ônibus e caminhões, alcançando estoques globais de 600 mil e 31 mil, respectivamente, de acordo com o epbr. Entretanto, no Brasil ainda estamos longe de estar à altura de Europa, China, Estados Unidos e outros países no assunto mercado de veículos elétricos. Ainda segundo o portal epbr, 2020 foi um ano importante nacionalmente, com o registro de veículos elétricos leves de passageiros e comerciais três vezes maior, na comparação com 2018, passando de 3.418 para 11.205 unidades. Apesar de ainda serem poucos carros elétricos por aqui, e principalmente mais concentrados nas capitais, isso não impede o Brasil de se preparar para receber mais veículos elétricos, ou então que incentive o desenvolvimento deles em solo nacional. Um exemplo disso são as estações de recarga para carros elétricos. Em matéria publicada pelo Uol, o país recebeu 250 estações para recarregar os automóveis. Incentivos como esse servem para que o Brasil apareça mais nos holofotes para as grandes montadoras que queiram crescer o mercado de veículos elétricos por aqui. O futuro da mobilidade Ao longo das últimas décadas, a população evoluiu suas preferências de consumo quando falamos em carros, preferindo modelos mais potentes e modernos, capazes de atingir níveis de conforto e velocidade muito superiores a cada geração. Porém, apesar do avanço da indústria automobilística ter superado as expectativas, não há limites para a criatividade e invenção. Embora os carros elétricos sejam um assunto cada vez mais comum na Internet e jornais, ainda existe muito espaço para que a eletro mobilidade evolua, tanto para carros quanto outros veículos usados para a mobilidade nos centros urbanos e canais logísticos. A tecnologia permite hoje até mesmo a direção de carros autônomos, sem a necessidade de motorista. Empresas como Google, Uber e até mesmo a Tesla estão constantemente aprimorando seus sistemas para que essa possa ser uma realidade muito próxima. É claro que algumas coisas ainda irão demorar para avançar, porém não será uma limitação da tecnologia, mas sim da capacidade de mudança cultural da sociedade. Você teria coragem de viajar de avião sem um piloto? Ou mesmo de enviar seus filhos para a escola em um carro do Uber sem motorista? Esses são assuntos ainda pouco discutidos e que irão ganhar cada vez mais espaço nas conversas. Por outro lado, a mobilidade elétrica já é uma realidade, pois está aceita e mais que compreendida sobre seus benefícios, além de que a indústria vem tendo êxito na evolução dos processos produtivos, tornando a mobilidade elétrica cada vez mais viável para a população em geral. Contudo, quanto mais veículos movidos a eletricidade, maior será a demanda por energia elétrica. Será que estamos prontos para dar conta dessa demanda de forma sustentável? O futuro da energia elétrica É fato que o consumo de energia vai aumentar, seja por consequência dos veículos elétricos ou do próprio desenvolvimento dos países. Um dos primeiros pontos a ser analisado é que a matriz energética será alterada (e já está sendo alterada!), muito por conta das energias renováveis, como a energia solar.  No Brasil, por exemplo, ao se prever como será o consumo das fontes de energia para os próximos anos, vemos um aumento exponencial da solar, inclusive, tomando a liderança do setor que hoje é dependente da fonte hídrica. Esse avanço da energia solar é uma combinação de tecnologia e oportunidade. Os novos painéis solares são mais eficientes e possuem um custo de produção menor. Isso viabiliza o acesso à energia solar, que é muito mais econômica e sustentável. Inclusive, empresas como a AXS têm criado formas de empresas e residências conseguirem aderir à energia solar sem necessidade de investimento. Um mercado totalmente inovador que está transformando a forma como consumimos energia elétrica. Essa é a melhor forma de ter acesso à energia solar atualmente. Se você deseja saber como pode ter acesso à energia solar sem precisar investir e ainda economizar na sua conta de luz, acesse nosso site e faça uma simulação grátis.

Energia solar x eólica: qual a melhor?Sustentabilidade
Energia solar x eólica: qual a melhor?

Com a intenção de tornar nosso planeta sustentável e garantir a qualidade do futuro das próximas gerações, questões como a produção de energias renováveis vêm ganhando cada vez mais espaço. Nesse contexto, Energia Solar e Energia Eólica, duas fontes de energia 100% renovável, ganham bastante destaque justamente por serem ideais para o desenvolvimento sustentável. Aqui neste artigo vamos abordar as principais características de ambas para você entender suas diferenças, vantagens e desvantagens. Confira! Energia Solar A energia solar é gerada a partir da luz do sol por meio do sistema fotovoltaico, onde painéis solares convertem a luz para energia elétrica por meio das células solares. Você já deve ter visto aqueles painéis escuros no telhado de casas e empresas, nos terrenos das propriedades ou até mesmo pode ter visto de perto uma usina solar. E esses painéis e usinas irão se tornar cada vez mais comuns nas nossas vidas, visto todos os benefícios que a energia solar traz para a sociedade e pela facilidade de acesso à energia solar que temos hoje em dia. Vantagens da Energia Solar Entre os principais benefícios que a energia solar pode proporcionar para as pessoas, podemos destacar os seguintes: 100% renovável: a luz do sol é inesgotável; É uma energia limpa: não produz resíduos; Mais barata que outras fontes de energia: a luz do sol é gratuita e previsível; Ocupa menos espaço: a eficiência dos painéis solares aumentaram muito e é possível gerar mais energia com menos unidades; Pode ser gerada em qualquer lugar: basta ter um sistema fotovoltaico a partir de um painel solar e incidência solar para gerar energia. Desvantagem da Energia Solar (e uma solução prática para ela) Por outro lado, temos que destacar o principal ponto negativo da energia solar. Durante dias nublados e chuvosos ainda é possível gerar energia elétrica, pois a luz solar ainda está presente. Entretanto, uma vez que o sol se põe a energia não é mais gerada. Ou seja, é impossível gerar energia solar durante a noite. Mas existe uma solução para isso: baterias. Você deve ter notado que o assunto de veículos elétricos são cada vez mais comentados na mídia. Isso porque as tecnologias de armazenamento de energia elétrica estão bastante sofisticadas e a tendência é que sua eficiência multiplique nos próximos anos. Isso viabiliza tanto a mobilidade quanto a forma como utilizamos energia em nossas residências e estabelecimentos. Com baterias mais potentes, podemos gerar energia solar de sobra durante o dia, armazenar em baterias e utilizá-la durante a noite. Energia Eólica A energia eólica ocorre a partir do movimento de rotação das pás de uma grande turbina, que tem seu movimento gerado pela velocidade dos ventos, transformando energia mecânica em energia elétrica. Vantagens da Energia Eólica Essa é uma ótima alternativa para diversificar a matriz energética e contribuir para o desenvolvimento sustentável. Veja algumas das principais vantagens: 100% renovável: os ventos são um recurso inesgotável; É uma energia limpa: não produz resíduos; Pode gerar energia à noite se houver ventos; Ocupa pouco espaço terrestre, podendo ser compartilhado com campos de agricultura; Baixo custo de manutenção. Desvantagens da Energia Eólica Apesar dos benefícios, a energia eólica possui algumas desvantagens. A principal delas é a dependência dos ventos que são imprevisíveis. Existem dados estatísticos que mostram uma média histórica sobre o potencial eólico das regiões, porém nada garante o mesmo comportamento futuro e nem que haverá energia sendo produzida nos momentos em que ela é mais demandada. Outra desvantagem é a necessidade de criar um grande parque eólico para gerar uma quantidade significativa de energia, causando um grande impacto visual na natureza e restringindo os locais viáveis para a instalação da usina. Por último, os geradores são equipamentos caros e suas turbinas acabam produzindo muito ruído durante a produção de energia. Energia Solar x Eólica: Qual a melhor? É indiscutível que a Energia Eólica é uma grande aliada ao desenvolvimento sustentável. Além de ser uma energia limpa, ela contribui para a diversificação da matriz elétrica brasileira, já que em nosso território existem muitas áreas onde venta bastante e precisamos ficar menos dependentes das hidrelétricas, que hoje representam 59% da potência instalada no país. Por outro lado, quando comparamos a Energia Eólica com a Energia Solar, podemos perceber algumas diferenças claras que colocam a solar na frente. No Brasil, algumas regiões se destacam quanto ao potencial para energia solar fotovoltaica, como é o caso de Minas Gerais, Bahia e outros estados do norte e nordeste. Entretanto, todo o nosso território possui incidência solar suficiente para gerar grandes quantidades de energia solar. Conectando esse fato à evolução da tecnologia fotovoltaica, que hoje é acessível a todos, coloca a Energia Solar como a melhor opção dentro da modalidade de Geração Distribuída. Hoje com pouco ou nenhum investimento você tem a possibilidade de utilizar a energia solar, economizando na conta de luz (porque ela é mais barata que outras fontes convencionais) e dormindo mais tranquilo por consumir uma energia limpa e 100% renovável.

O que é desenvolvimento sustentável e por quê você deveria entender isso?Sustentabilidade
O que é desenvolvimento sustentável e por quê você deveria entender isso?

Você sabe o que é desenvolvimento sustentável? Antes de falar sobre este conceito é necessário voltar no tempo. Na época da Revolução Industrial aconteceram muitos avanços tecnológicos, econômicos e sociais nos países, mas ao mesmo tempo essas mudanças impulsionaram o uso desenfreado dos recursos naturais nos processos produtivos.  Isso fez com que a degradação do meio ambiente fosse amplificada. Já no século XX, surgiu uma preocupação em relação a esse comportamento, pois os impactos negativos começaram a aparecer. Dessa forma, ficou claro que o modelo de desenvolvimento adotado pela humanidade não era mais viável no longo prazo. A partir disso, era necessário reformulá-lo. Foi nesse momento que surgiu o conceito de desenvolvimento sustentável. Quer saber mais sobre este assunto? Então, continue a leitura e confira! O que é desenvolvimento sustentável? Como mencionamos no início do texto, com a Revolução Industrial surgiu o consumo desenfreado de produtos industrializados e, com isso, houve um crescimento no uso dos recursos naturais. Além disso, também apareceram problemas relacionados aos processos produtivos, como a poluição e o aquecimento global. Diante disso, o desenvolvimento sustentável se tornou imprescindível para que as futuras gerações possam ter condições de viver na Terra. Portanto, o desenvolvimento sustentável tem o objetivo de alinhar o crescimento econômico e social com a conservação ambiental. Ou seja, representa uma maneira do país se desenvolver sem esgotar os recursos naturais ou, ainda, aumentar o aquecimento global. Esse conceito surgiu da preocupação de suprir as demandas atuais, sem prejudicar o atendimento das necessidades das gerações futuras. Portanto, é uma forma de garantir que existirá recursos naturais para que as pessoas no futuro consigam sobreviver. Vale destacar que para o desenvolvimento sustentável acontecer é necessário que exista sustentabilidade ambiental, sustentabilidade econômica e sustentabilidade social. Já que todos eles estão relacionados e precisam ser colocados em prática para que possamos viver em um mundo mais sustentável. Podemos dizer que sustentabilidade ambiental está relacionada com a manutenção dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente com o objetivo de garantir o futuro das próximas gerações.  Já a sustentabilidade econômica, busca a adoção de processos produtivos mais sustentáveis, ou seja, que não agridam o meio ambiente, bem como práticas de consumo mais conscientes. Por fim, a sustentabilidade social visa a melhorar as condições de vida da população, como educação de qualidade, saneamento básico, igualdade dos indivíduos, acesso à saúde, entre outros. Juntos estes três conceitos formam o tripé do desenvolvimento sustentável. Já que não existe um sem o outro, bem como todos eles servem de base para a criação de uma sociedade mais consciente das suas responsabilidades socioambientais. O que causa o desenvolvimento "insustentável"? Já o desenvolvimento insustentável é aquele que usa os recursos naturais sem pensar no futuro das próximas gerações. Ou, ainda, pode ser definido pelo uso de processos de produção que provocam o aquecimento global apenas para suprir o desejo de consumo da população. Podemos dizer que esse tipo de desenvolvimento visa somente o crescimento econômico em detrimento do meio ambiente. Nesse caso, não existe uma preocupação em relação à conservação dos recursos que, por sua vez, são finitos.  Portanto, o desenvolvimento insustentável é responsável pelo esgotamento dos itens mais importantes para a sobrevivência da humanidade. Já que sem esses recursos fica inviável a vida na Terra. Infelizmente, muitas pessoas ainda não entenderam que não é apenas uma questão mais temerosa como a existência humana e a diversidade biológica que podem ser comprometidas com este comportamento. Já que o crescimento econômico também depende do desenvolvimento sustentável, pois sem recursos não existe produção e, consequentemente, não há consumo. Quais são os acordos globais de desenvolvimento sustentável? Para falar dos acordos globais de desenvolvimento sustentável é necessário relembrar as conferências ambientais nas quais os representantes dos principais países do mundo decidiram como seriam tratadas as políticas públicas relacionadas ao meio ambiente. Veja as principais conferências, a seguir. Conferência de Estocolmo (1972) A Conferência de Estocolmo, também conhecida como Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, foi a primeira reunião dos principais governantes do mundo para tratar dos assuntos relacionados aos impactos negativos no meio ambiente. Nessa conferência foi assinada a Declaração de Estocolmo que continha as primeiras políticas de gerenciamento ambiental que deveriam ser implementadas pelos países. Assim como foi criado o Plano de Ação para o Meio Ambiente que deu origem ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Podemos dizer que essa reunião foi um grande marco, pois conseguiu chamar a atenção dos governantes para a urgência dos problemas ambientais. E promoveu a criação das primeiras estratégias para resolvê-los. Conferência das Nações Unidas (1992) Já a Conferência das Nações Unidas, também conhecida como ECO-92 ou Rio-92, foi realizada no Rio de Janeiro para retomar as discussões realizadas na Conferência de Estocolmo. Nesta época, houve um consenso de que os problemas ambientais não eram apenas locais, já que deveriam ser tratados como globais. Foi nessa reunião que ficou constatado que o modelo de desenvolvimento adotado acabaria com os recursos naturais rapidamente. Por isso, foi criada a Agenda 21, que continha uma proposta para os países adotarem um modelo de desenvolvimento mais sustentável. O documento dizia que era necessário a cooperação dos governantes para que esse modelo se tornasse realidade, bem como enfatizava o combate à pobreza, a mudança dos padrões de consumo, o combate ao desflorestamento e a conservação da diversidade biológica. Conferência das Partes (1995/1996/1997) A próxima reunião foi a Conferência das Partes, também conhecida como COP, ela foi realizada três vezes. Sendo, a COP 1 em Berlim, a COP 2 em Genebra e a COP 3 em Kyoto.  Essas reuniões visavam tratar sobre os problemas de aquecimento global. Por isso, foi neste período que criaram o Protocolo de Kyoto cujo principal objetivo era propor metas para a redução da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera. Esse acordo é muito importante, pois ele foi assinado pelos 55 países responsáveis por 55% das emissões de gases de efeito estufa. Com exceção dos Estados Unidos, que se negou a participar por motivos econômicos. Conferência Rio +10 (2002) A conferência Rio + 10 foi realizada em Joanesburgo, na África do Sul. Ela visava tratar dos problemas de cunho ambiental e social, como a pobreza e a fome. Assim como tinha como objetivo retomar as discussões da ECO-92.  Foi nessa reunião que instituíram a Declaração de Joanesburgo, cujos principais pontos tratavam da necessidade de proteger a biodiversidade, de melhorar o saneamento básico, de facilitar o acesso à saúde, bem como de combater a fome e os conflitos armados. Conferência Rio + 20 (2012) Já a Conferência Rio + 20, também conhecida como Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, foi realizada no Rio de Janeiro. Nesse encontro foram retomadas todas as discussões das conferências anteriores. Assim como foi criado um documento chamado “O futuro que queremos”. Nele constavam propostas para erradicar a pobreza, proteger os recursos naturais, alterar os padrões de consumo, reduzir as desigualdades, bem como melhorar as condições básicas de vida. Assembleia Geral da ONU (2015) Em 2015, em Nova York, mais de 190 países assinaram um acordo chamado Transformando o Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável desenvolvido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Ele é composto por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  Ou seja, neste documento encontram-se as ações, os prazos e as metas de cada país para promover o desenvolvimento sustentável e enfrentar os principais problemas climáticos, como o aquecimento global. Vale destacar que os 17 ODS são: 1. erradicar a pobreza; 2. erradicar a fome; 3. saúde de qualidade; 4. educação de qualidade; 5. igualdade de gênero; 6. água potável e saneamento; 7. energias renováveis e acessíveis; 8. trabalho digno e crescimento econômico; 9. indústria, inovação e infraestrutura; 10. reduzir as desigualdades; 11. cidades e comunidades sustentáveis; 12. produção e consumo sustentáveis; 13. ação climática; 14. proteger a vida marinha; 15. proteger a vida terrestre; 16. paz, justiça e instituições eficazes; 17. parcerias para implementação dos objetivos. Esse é o principal acordo em vigência na atualidade, por isso é amplamente adotado pelos países membros da ONU. Por exemplo, no Brasil existe o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR) que visa a identificar quais são as cidades que colocam em prática os 17 ODS. Quais são os países ou cidades mais avançados em desenvolvimento sustentável? De acordo com a pesquisa Environmental Performance Index (EPI), os principais países que adotam o desenvolvimento sustentável são Dinamarca, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, França, Áustria, Finlândia, Suécia, Noruega e Alemanha.  Como você pode perceber, a maioria dos 10 primeiros países do ranking são europeus. Diante disso, é possível que você esteja pensando: em que lugar ficou o Brasil? Nosso país ficou em 55º no ranking do EPI. Mas, afinal, qual é a cidade mais sustentável do Brasil? Segundo o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR), Morungaba no estado de São Paulo é considerada a cidade mais sustentável do Brasil, já que ela atende 73,4% dos 17 objetivos da Agenda 2030. Esta cidade é uma estância climática de 146,752 km² com cerca de 14 mil habitantes. Vale destacar que os principais objetivos atingidos por ela foram o uso de energias renováveis e acessíveis, a produção e consumo sustentáveis, a proteção da vida marinha e a proteção da vida terrestre. O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável? O primeiro passo para alcançar o desenvolvimento sustentável é reconhecer que é necessário preservar os recursos naturais para que as gerações futuras tenham como sobreviver. Caso contrário, não adianta criar planos de ações, pois eles não serão colocados em prática com responsabilidade. Após essa mudança de comportamento, deve-se criar planejamentos realistas que consigam ajudar a reduzir tanto o uso desenfreado dos recursos quanto o uso de técnicas de produção que aumentam o aquecimento global. Para isso, o desenvolvimento sustentável sugere que exista uma diminuição do uso das matérias-primas e o aumento da reutilização e da reciclagem. Dessa forma, produtos que demoram anos para serem absorvidos pela natureza podem ser reutilizados na produção de novos produtos, como é o caso do plástico. Portanto, é necessário um esforço individual e coletivo para que os objetivos da Agenda 2030 saiam do papel. Já que os governantes precisam criar políticas públicas para que as pessoas sigam, bem como devem fiscalizar o seu cumprimento. Assim como as empresas precisam adotar processos de produção mais sustentáveis e criar projetos para ajudar a comunidade ao seu entorno a colocar as políticas públicas em ação. Além disso, cada indivíduo deve assumir a sua responsabilidade e fazer a sua parte para que seus filhos e netos tenham um mundo melhor para viver. Existem algumas ações que podem ajudar essas entidades a conseguir colocar em prática os objetivos da Agenda 2030. Dentre elas podemos destacar o descarte adequado do lixo, a utilização de energias renováveis, a economia de energia e de água, a prática do consumo consciente, a adoção de meios de transporte alternativos, a redução do desmatamento, entre outras. Qual é a relação entre a energia elétrica e o desenvolvimento sustentável? Você sabia que algumas fontes de energia se dão por meio da queima de combustíveis fósseis? Isso mesmo! As termelétricas funcionam a base de carvão mineral, gasolina, óleo diesel, entre outros derivados do petróleo. Por isso, elas poluem o meio ambiente com grandes quantidades de gases de efeito estufa que, por sua vez, provocam o aquecimento global. Apesar de a maior parte da eletricidade produzida no país depender da água, ou seja, das hidrelétricas que não causam tantos prejuízos à natureza. Quando estamos em períodos de estiagem, são as termelétricas que atendem as necessidade da população. Por isso, existe um aumento nas contas de luz nessas épocas. Mas, afinal, qual é a relação entre energia elétrica e o desenvolvimento sustentável? Essa resposta é fácil. Para se obter o segundo é necessário que o primeiro seja produzido por meio de fontes renováveis e limpas. Portanto, é imprescindível que os países busquem adotar fontes, como a solar (energia do Sol), a eólica (energia dos ventos), a hídrica (energia dos rios), a biomassa (energia de matéria orgânica), entre outras.  Dessa forma, é possível obter eletricidade sem acionar fontes que prejudicam o meio ambiente, bem como provocam problemas na camada de ozônio. Assim, conseguimos ter um país mais sustentável, ou seja, que pensa nas próximas gerações. Como a energia solar pode contribuir para o desenvolvimento sustentável? A energia solar é obtida pela radiação solar, ou seja, painéis fotovoltaicos captam a luz do Sol e a transformam em eletricidade por meio de conversores solares. Essa é uma fonte de energia sustentável, já que tem como base um recurso natural inesgotável e confiável: o sol. Além disso, ela não agride o meio ambiente, pelo contrário, essa fonte ajuda a diminuir a emissão de CO² na atmosfera. A energia solar tem avançado em uma velocidade impressionante no Brasil e no mundo, devido ao avanço tecnológico que hoje viabiliza uma eficiência na geração de energia que há pouco tempo não existia. Por se tratar de uma fonte 100% renovável, a energia solar pode contribuir muito para o desenvolvimento sustentável. Inclusive, não podemos esquecer de que esse é um dos 17 ODS da Agenda 2030. Como ter acesso à energia solar hoje Quando pensamos em adotar a energia solar em nossas empresas e residências, logo vem a imagem de painéis solares nos telhados ou no terreno. Isso pode parecer um pouco complexo e custoso no começo para a maioria das pessoas. Mas felizmente, empresas como a AXS estão inovando para que você possa ter acesso à energia solar de forma muito mais simples e sem necessidade de investimentos. Por meio da energia solar por assinatura, você compra energia de uma usina fotovoltaica do seu estado e recebe os créditos na conta de luz. E o melhor de tudo é que além de estar utilizando uma energia sustentável e contribuindo para o futuro do nosso planeta, você ainda pode economizar com os gastos de energia. Isso porque a energia solar tem se provado muito mais econômica do que as fontes tradicionais, por conta dos baixos custos de manutenção da usina e, principalmente, por se beneficiar do sol, uma fonte de energia previsível totalmente gratuita. Agora que você já sabe tudo sobre desenvolvimento sustentável, que tal conhecer a AXS Energia? Acesse nosso site e comece a economizar agora na conta de luz! www.axsenergia.com.br